Myra Shawcross

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Myra Shawcross

Mensagem por Myra em Sab Jan 10, 2015 12:23 am


Nome: Myra Shawcross
Idade: 20
Sexo: Feminino
Raça: Humana
Moedas: 100
Posição:  Soldado de Elite/ Ex-prisioneira.


Aparência:  Myra possui um porte físico proporcional a sua idade, tendo um belo corpo e curvas não muito chamativas, como cintura fina, longas pernas e pouco busto. Sua pele é bem clara contrastando com seus olhos roxos. Seus cabelos são assim como os olhos de coloração roxa, longos e lisos chegando até um pouco depois de seus ombros. Carrega sempre uma expressão de indiferença no rosto. Traja um vestido simples junto a sua armadura de cor negra, carrega um escudo pequeno com um símbolo desenhado nele, a sua armadura se reduz apenas as pernas e braços. (Tem peitões e-e)
Aparência:


Personalidade: Possui dificuldade em confiar em homens devido à um trauma de sua adolescência, mas quando alguém ganha sua confiança a mesma dura até ser traída. Myra não é nenhuma assassina a sangue frio, e nem trata os outros de forma arrogante, sabe se portar de acordo com o momento. Quando está entre amigos, tenta fazer piadas, mas não é muito boa em ser engraçada. Durante o combate é fria e sádica, não recua até o objetivo estar completo, prefere agir por si mesma, mas vez ou outra coopera com o time.
 

História: Eu era uma criança normal, introvertida, mas normal. Na minha antiga escola, ao invés de me juntar às outras crianças, preferia ficar sozinha brincando com uma boneca que minha mãe me dera antes de partir para se juntar aos Guardiões das Sombras. Minha mãe era uma mulher muito gentil e talentosa, ela fazia todas minhas roupas e bonecas, uma artesã muito conhecida em Valiheim. Meu pai um antigo membro dos Guardiões, fora afastado pois não era mais útil sem um braço, antes um homem bom e alegre, mas após as guerras se tornou um homem amargurado e frio. Nossa casa era simples, dois quartos e uma cozinha, meu quarto era cheio de bonecas, feitas pela minha mãe, ela havia tentado me ensinar a fazer bonecas, mas eu só era boa em cortar as coisas. Ela me deixou as tesouras que foram de sua mãe, as quais eu guardei com carinho dentro de um baú, o qual eu mantinha em segredo do resto do mundo.

              Quando completei  14 anos minha mãe nos deixou, eu sabia que era necessário, estávamos em uma época turbulenta pra humanidade. Antes de ir ela me disse para me cuidar, procurar não ficar muito tempo sozinha, e não ficar perto do meu pai quando ele estivesse bêbado, nunca entendi o porque de ter dito tais palavras. Nossa vida continuou como antes, arranjei um trabalho para ajudar nas despesas da casa, não muito longe de casa em uma tenda, onde vendíamos frutas e legumes. E pela primeira vez na vida, fiz um amigo. Nós trabalhávamos juntos, fazíamos de tudo juntos, mas eu nunca o tinha levado na minha casa, mesmo ele tendo insistido muito. Eu estava completando 18 anos, passei o dia fora, procurando coisas legais e explorando a cidade, voltei para casa no final do dia e escutei gritos e coisas quebrando do lado de fora. Meu pai chegando bêbado, corri em direção ao meu quarto e me tranquei, não demorou muito e as pegadas foram se aproximando. Murros na porta a faziam se projetar pra frente e voltar, pensei que ela aguentaria ou ele desistiria.

               Estava sentada no canto do quarto com as mãos nos ouvidos, as lagrimas não cessavam, a porta não iria aguentar por muito tempo. Estrondos e o barulho da madeira se partindo e de repente. Silencio. Abro os olhos e ele está logo a minha frente. “Tenho um presente pra você” disse ele com um sorriso malicioso no rosto. Puxou um dos meus braços, me fazendo levantar, me jogou contra minha cama, sua força era descomunal, mesmo com apenas um braço, foi capaz de imobilizar ambos os meus. Tocou seus lábios nos meus, virei a cabeça, isso bastou para que a raiva tomasse seus sentidos, suas mãos largaram meus braços e se dirigiram ao meu pescoço. Seu rosto retorcido pelo álcool e tomado pelo prazer, meus olhos frios e vazios, enquanto era estrangulada e estuprada pelo meu próprio pai, cada vez que o sentia dentro de mim, meu ódio era acumulado, um dia o faria pagar, e esse dia não estaria longe.

                Depois de se satisfazer ele saiu de casa, me deixando deitada na minha cama, as lagrimas e o medo já haviam sumido dentro de mim, agora o que me fazia viver era o ódio pelo meu pai e o amor por minha mãe. Os dias se passaram e um dos soldados veio me contatar da morte de minha mãe enquanto estava em uma busca por vilarejos de sobreviventes fora dos domínios de Valiheim. Meu amigo estava do meu lado e escutou a noticia, corri para minha casa, o ódio e a dor da perda eram as únicas coisas que eu tinha em mente. Imagens de minha mãe, seu sorriso, sua voz, tudo tomado por um tom carmesim. Entro em meu quarto e procuro meu baú, de dentro retiro uma presilha de minha mãe e a tesoura que havia me dado antes de partir. Ando sem saber pra onde ir, ando até o quarto dos meus pais, e lá está ele, quase em coma alcoólico, me aproveito e chego perto com a tesoura em mãos, tampo sua boca e enfio a tesoura em seu peito. Ele acorda em pânico mas a tesoura passa em sua garganta antes de soltar um ruído sequer.

                Continuo furando-o com a tesoura, isso estava divertido e prazeroso, um sorriso tomava conta de meu rosto, minhas roupas purpuras se tornavam vermelhas, a cor mais bela que já vira em toda minha vida. Após ver seu corpo quase indistinguível de um monte de carne podre, andei até a cozinha e me deparei com o meu amigo. Era o fim para mim. E eu estava certa, não demorou muito soldados chegaram e arrombaram a porta, eu ainda estava coberta em sangue. Os soldados me prenderam e vasculharam a casa, encontraram o corpo de meu pai, e com um sorriso no rosto, confessei. Fui levada para a sede dos Guardiões das Sombras, e lá fiquei presa por meses, até que recebi uma proposta quase irrecusável.

                 E assim virei um membro dos Guardiões, em troca da minha liberdade, teria de servi-los, até me tornar inútil assim como meu pai, ou morrer, como minha mãe.


Poderes/Magias:
Puppet’s Master: Myra é capaz de transformar os demônios derrotados em fantoches, ela pode aprisiona-los e conjura-los.
 Trecho de Conjuração                                                                        Trecho de aprisonamento
 "Eis tu semente do caido                                                                        “Deus rogo a ti
  Obedece a mim                                                                                     Pelas mãos de minha mãe
  Sua nova senhora                                                                                 Que todos os demônios  se curvem perante meus pés
  Até que Lucifer caia do trono."                                                                E me sirvam até o fim dos tempos”
Custo: 20/40/70-80 dependendo do que aprisionar, só pode aprisionar quatro demônios, e pode libertá-los para aprisionar novos. Para conjuração: 30/40

Itens: Um par de tesouras e uma espada. Vide a imagem no spoiler~
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Re: Myra Shawcross

Mensagem por A Morte em Sab Jan 10, 2015 9:57 am

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