Asgard Vicovyn Apoema

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Asgard Vicovyn Apoema

Mensagem por Asgard em Qui Jan 08, 2015 10:21 pm

Nome: Asgard Vicovym Apoema
Idade: 22
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Moedas: 100
Posição: Capitão de caça.


Aparência: Asgard é alto para sua aldeia, mas de estatura mediana para o resto, medindo 1, 75 cm de altura, com um porte físico bom e definido. Cabelo curto de cor castanha. Olhos azuis meio acinzentados. Caucasiano, com algumas tatuagens tribais no corpo, sendo nos dois braços, costas e atrás da parte da perna inferior  esquerda(batata da perna), além de seu rosto. Suas vestimentas são túnicas de cor verde, enroladas e amarradas com um pano vermelho, todas enroladas de forma a conseguir confortar os objetos que Asgard carrega consigo. A túnica contem um capuz com umas orelhas pontudas. Apos os acontecimentos, Asgard aderiu a uma mascara de madeira com poucos detalhes, mas que contem suportes respiratórios devido a algumas algas. Suas pernas estão enroladas com um pano marrom-esverdeado, proporcionando proteção a suas pernas e pés pelo tecido estar enrolado em si mesmo e por também ser resistente, além de flexível, não atrapalhando sua movimentação, eles não deslizam. Em seus braços, manoplas de couro e madeira, local onde também guarda alguns apetrechos.

Personalidade: Asgard é uma pessoa bem diferente, pois ele é muito confuso para entender. Em sua maioria, ele está alegre, o que o deixa atrapalhado, e com uma ferocidade para fazer qualquer coisa, ainda mais se for para caçar ou lutar, mas ele pode mudar o temperamento com o ambiente, ou simplesmente por querer, ou a qualquer instante. Pode se encontra-lo pensando em algo sozinho, frustrado sem motivo algum, distante, entre vários outros. Asgard aprendeu a ser gentil e paciente com tudo e com todos, além de ser um ótimo companheiro, mas aproveita de sua gentileza para usar as pessoas para conseguir o que quer quando não consegue obter por conta própria. Pode se tornar agressivo com pequenas coisas. Não tem pena em matar, mas acaba fazendo com que as pessoas se confundam com piedade sua baixa vontade e sede de sangue.

História:  

“Não sei há quanto tempo estou sem escrever, mas acho que foi depois da morte da minha única parte humana que restava. Fico rindo sozinho com a própria loucura em que me encontro, pois torna-se realmente engraçado. Devo estar escrevendo por sentir falta de como era antes, ou da morte próxima a cada momento, mesmo sendo um leal trabalhador dela...acho bom reescrever um pouco, para talvez manter aquele calor que antes senti, e que sinto somente...bom, com o que faço de melhor.

...

Nasci a vinte e dois anos atrás, em meio ao caos de uma batalha sangrenta banhada pela luz da maior lua de todos os anos já passados, não essa luta contra os demônios, mas entre pessoas mesmo, onde quase não tive a chance de presenciar o amanhecer, ou até mesmo aquele belo sorriso que minha pobre mãe tinha. Minha mãe era Lucinda Vicovyn D’lanno, uma mulher normal, com a única característica marcante, é que era batalhadora. Conseguiu escapar quase com sorte, quase com sorte? Sim, ela era hábil e forte o suficiente para se manter, perdendo somente uma perna e deformando quase que por completo seu braço direito, que continuava quase tão bom quanto era normalmente. Descrevendo assim, nem parece que ela era uma mulher, mas muito pelo contrario, era gentil demais, delicada demais, entre varias outras coisas que só uma mulher teria como característica. Após escapar e fugir para a floresta, foi socorrida por indígenas, que antes já conhecia. A partir dai que as coisas começaram a ficar bagunçadas.

Até hoje me pergunto como e com o que minha mãe trabalhava para acabar conhecendo aquela tribo, uma tribo sem nome e reconhecida por todos por ser a mais violenta e a melhor em caça, por suas engenhocas, brutalidades e formas de caça, o que de certa forma agradeço por estar lá. Minha mãe tentou me educar, mas estava debilitada demais por contados acontecimentos, ela ainda era lucida, mas ágil no piloto automático, somente preparando comida, arrumando algumas coisas e etcs. A tribo acabou tomando conta de mim. Não era bom em nada, sofria com os exercícios, e muito menos era tão esperto quanto os outros. Sofri o suficiente para acabar correndo atrás das minhas próprias falhas, fortifica-las e enfim superar qualquer um que estivesse em meu caminho.
O chefe da vila acabou ficando maravilhado com a minha capacidade de superação, ainda mais que ninguém antes, além dele, havia aprendido todas as habilidades existentes que a vila proporcionara ou ter conseguido caçar o símbolo da vila, o pássaro Bartuiquia, quase como um demônio por conta de suas habilidades e atributos. Além de que eu já estava trazendo e criando novas técnicas para combate e caça, chamando atenção até de quem não deveria.

A vila não havia sido totalmente afetada pelos demônios por conta de sua forma de defesa, mas no final sobrou somente eu e uns 10 seguidores. Infelizmente a maldição do renascimento de Lucifer tinha que atingir até ali, o que me obrigou a mata-los, inclusive minha mãe. Quando conseguimos abrigo na cidade, vi alguns treinarem para combater os demônios, o que me tornei muito bom em fazer, e por entusiasmo infiltrei-me e chamei a atenção de um dos em comando. Reconhecendo-me por coisas que fiz no passado, ele falou com superiores dele, que me obrigaram a passar por muitos testes chatos, o que ocasionou em outras e outras coisas, que foram me deixando ainda mais parecido como estou.  

Por fim, em 3 anos, fui chamado para ser um dos guardiões das sombras, por habilidades que fogem um pouco das de um caçador que depende da força, sendo elas, a inteligência para criar coisas e armadilhas, a agilidade em que me movimento parecendo um fantasma e assemelhando mais a um assassino do que outra coisa e a precisão de um atirador de elite, mesmo a arma sendo uma lança. A força é algo que acaba acompanhando devido as variadas que se é feito quando se caça ou quando se constrói, ou até mesmo para arremessar uma lança com a mesma força que uma bala ou flecha seria disparada.

Ainda acho que pulo muito de minhas historias, mas é por não recordar, ou não gostar de recordar....Nem sei por que estou escrevendo essas coisas....acho que é por não ter nada a se fazer no momento...devo ir caçar alguma coisa agora, para o animo voltar. “

Lia o psicólogo recomendado para tratar especialmente dos possíveis problemas dos guardiões das sombras.

Poder/Magia:

Itens:
Uma lança;
Uma adaga longa.
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Re: Asgard Vicovyn Apoema

Mensagem por A Morte em Sex Jan 09, 2015 8:20 am

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