The Things We Left Behind

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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por A Morte em Seg Jan 16, 2017 8:59 pm

Myra, Asgard e Joker.

As escadarias que levavam aos andares inferiores eram feitas de pedra, os degraus tinham sido lapidados na rocha, estreitos demais para andar todos ao mesmo tempo e perigoso. Seguiram em espiral por alguns minutos até alcançarem um corredor. O cheiro doce e clássico de morte encheu o olfato dos guardiões, mais do que o normal. Quase que como um instinto que fora esculpido eles levaram as mãos até as armas, preparando para usá-las caso necessário.

Não demorou para que achassem o réu. Era uma carnificina. Corpos mutilados se projetavam ao longo do chão, alguns sem braços e pernas, outros com a cabeça esmagada, tripas enfeitavam o cenário por todo lado e as paredes tinham sido detonadas e pintadas de vermelho, órgãos escorriam em pedaços pelo chão, junto com estruturas ósseas inteiras.

A iluminação era feita a partir de pequenas velas que estavam prestes a acabar, penduradas nos restos do candelabro, suspenso no teto. Moscas, ratazanas e até mesmo diabretes minúsculos corriam por entre os restos de demônios e humanos, se alimentando de músculos e órgãos, um deles carregava um olho pendurado em seus dentes e quando viram os guardiões eles se afastaram, lançando-se de volta às sombras e buracos nas paredes.

Uma única respiração, junto a uma voz exausta ecoou no corredor.

- Sete infernos, estou delirando não estou? ... Capitão? Eu sabia que você viria, hah – Encostado a parede, banhado em sangue e vestindo as cores de Valiheim estava Jack, o valioso espadachim da divisão de Joker. Ele segurava uma Katana em sua mão direita, apoiada com a lâmina, quase cega, encostando o chão.


Myra não podia ver, mas definitivamente era capaz de sentir. O garoto podia ser de fato quem dizia ser, mas de alguma forma ela sentiu uma conexão estranha, como se o rapaz fosse um de seus lacaios, uma criatura não humana.

Para Asgard tinha sido diferente.

Podia sentir Loki em sua mente – Te emprestarei meus olhos, garoto – E deixou que ele visse. Asgard conhecia Jack, como um guardião, mas podia ver a quantidade de energia anormal pulsando através das veias mortais do garoto, uma quantidade de poder que parecia prestes a borbulhar a qualquer momento. Definitivamente instável.



Aemy, Thomas e Conquista.

O topo parecia inalcançável. Pararam logo no primeiro andar, onde as escadas sumiam por um simples motivo: Estavam todas lotadas de escombros, destruídas e abandonadas, aparentemente ninguém seguia aquele caminho havia décadas e só se movimentavam pelos corredores principais da torre. A única coisa que havia na sala era um relógio, pendendo na parede através de uma corrente em um prego. Conquista caminhou até ele e o pôs na mão.

- O objeto... Está impregnado de magia – Ele girou o item, analisando – Agora são meia noite – Comentou. Havia uma pequena inscrição atrás dele onde havia um nome “ Artefato de Krayvhuz Pendragon “ talhado no metal. O cavaleiro do apocalipse rodou as horas do relógio para trás, e como em um passe de magia as escadas retornaram ao local de origem, recriando-se e fazendo os escombros sumirem de uma só vez.

Ele lançou o objeto para a garota – É um... Vira-Tempo – Concluiu – Infelizmente ele não pode voltar mais do que alguns dias atrás. Vamos aproveitar – Ele pôs o pé na escadaria e tomou o rumo, saltando entre os degraus e alcançando o próximo andar.

O efeito do relógio se desfez quando passaram pela escada, e ela retornou ao pó – Podemos fazer uso do objeto e alcançar o topo com muito mais velocidade, mas temo que os protetores do tempo não ficariam feliz com isso – Ele comentou em quanto avançava pelos corredores longos e tenebrosos.

O terceiro andar os surpreendeu.

Um salão gigantesco se projetava por cima deles, com uma única mesa no centro.


- Não, seu idiota, você roubou – Reclamou o primeiro dos fantasmas sentado à mesa.

- Quem roubou foi você, seu retardado – Disse o segundo, um mais gordo e deformado.

- Parem de brigar as duas antas, joguem logo essa merda. – Protestou o terceiro, uma caveira com pedaços de carne e pele grudados ao rosto.

- Fico pensando – Riu um deles – O que será que o príncipe Ael fará com o senhor Morte? – Indagou um encapuzado – Ouvi que ele se encontrará com Amon hoje, no topo da torre.

- Não importa. Que se foda Ael e que se foda a Morte, Amon não os paga para ficarem bisbilhotando – Finalizou o deformado.

Cinco fantasmas jogavam alguma espécie de jogo de cartas à mesa, ainda não haviam os visto, Conquista se abaixou atrás de uma parede, e olhou para Thomas esperando uma decisão. Repentinamente Aemy começou a sentir uma dor de cabeça que fez com que suas forças se esvaíssem por um breve segundo.

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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Gregar em Ter Jan 17, 2017 11:23 am



There is only one true magic master, and it isn't you. Now i shall show you the true meaning of power.

Cada passada revelava uma nova gota de sangue. Um pouco a mais com o que me preocupar. Pedaços do que julgava serem demônios, espalhados por todo nosso arredor. Havia muito tempo que a espada estava presa em minha mão, os nós de cada dedo brancos pela tensão. O cheiro acre vinha dos cadáveres ao nosso redor, das partes decepadas das criaturas. Perguntava-me o que havia sido capaz de realizar aquela façanha, algo perigoso com toda certeza. Cada passo era cauteloso, medido, como se das sombras algo pudesse saltar com espada em punho, ao menos era até que visse aquela figura.

- J-Jack....

Um sussurro quase mudo perante meus próprios ouvidos. Conhecia aquele que estava deitado em meio à mutilação, era um irmão! Uma das cartas que haviam sido criadas no mesmo laboratório que eu próprio. Confusão, medo, preocupação. Em um mínimo instante sentia tanto que não era capaz de colocar as emoções em palavras, a boca estava seca, repleta de dúvidas, mas aquela voz. O jeito com as palavras eram tão conhecido que tinha certeza daquilo. Havia passado anos demais, rodeado por aquele ser para desconhecê-lo. Movia muito mais rápido do que seria aconselhado, ignorando ratos e demônios em igual medida, em um instante estava ajoelhado ao lado do loiro, nas mãos uma carta sendo formada, a Sacerdotisa com seus poderes de cura.

- São nove os infernos Jack, o primeiro é o Limbo, o ultimo reservado para os traidores. Nove não sete. Sorria enquanto deixava a luz da carta flutuar até seu corpo. Estava a muito acostumado a corrigir Jack com seus argumentos, mesmo que animado com o mundo todo ao seu redor, seu brilhantismo sempre foi algo que pudesse ser discutido. – Acha que consegue se levantar? Onde está ferido? Jack...temos muito a discutir. Tinha medo de terminar minha própria sentença. A presença dele ali, de qualquer outro, tornava tudo diferente. Se ao menos tivesse uma chance.




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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Myra em Sex Jan 20, 2017 11:48 pm

Assim que começamos a descer o odor pútrido de morte preencheu minhas narinas, não sabia o que iriamos enfrentar a frente, mas sabia que não era algo bom, automaticamente alcancei minha arma. Ao chegarmos no fim da escadaria, já podia ver o que nos esperava, era um show de horrores, parecia uma parte do inferno, cadáveres por todo lado, entranhas espalhada até pela parede, criaturas variadas carregando pedações e órgãos de um lado para outro. Era uma cena tão nojenta, que procurei evitar olhar para baixo.

Mais a frente encostado em uma parede estava um rapaz, a iluminação era fraca, mas dava para ver sua face e sua roupa, ambas cobertas de sangue, teria sido ele que havia feito tudo aquilo? Observei-o da cabeça aos pés, sua espada estava quase cega, mas isso não parecia ter sido um problema durante a luta que poderia ter tido. Se uniforme me lembrava o de Joker quando nos conhecemos, ainda na cidade, e o rapaz o tinha chamado de capitão. Eles pareciam se conhecer, enquanto Joker falava com ele, me mantive atenta para qualquer movimento suspeito, afinal algo não estava certo no corpo do menino, podia sentir de longe a escuridão e maldade que residiam dentro dele.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Phyress em Sab Jan 21, 2017 9:23 pm

Aemy apenas seguia os passos de Thomas e Conquista, sempre caminhando atrás deles. De vez em quando olhava para trás, se perguntando como Joker e os demais estava... Esperava que encontrassem o tal do Morte logo para que se encontrassem com os outros. Alias, que nome horrível aquela pessoa tinha: Morte. Conquista ao menos era mais belo e menos frio. E por falar em coisas frias e horríveis, aquele lugar todo lhe dava calafrios. Ao menos por agora não viram nada aterrorizante.

- Uau. – foi o único som que emitiu, surpresa quando a escada voltou ao que era. Foi pega de surpresa com o objeto que foi lançado em suas mãos, mas o pegou sem reclamar.

Um vira-tempo? Aquilo parecia incrível... Aquele objeto fazia o cenário voltar ao que era há alguns dias atrás? Podia ser útil em algum momento... Será que as pessoas que não estavam perto do vira-tempo voltavam também? Infelizmente o efeito não parecia durar mais do que alguns segundos...

E depois de subirem mais alguns lances de escada, o grupo se deparou com fantasmas. Eles estavam distraídos, então eles tinham tempo para decidir como lidar com a situação. A pequena não pode evitar a expressão de desgosto ao vê-los de relance... Aquele tipo de criatura não deveria existir. Pela conversa, morte realmente estava em algum lugar daquela torre.

De repente, a loira se sentiu mais fraca... O que diabos estava acontecendo? Não disse nada, fazendo o que podia para se manter de pé; não queria que os outros se preocupassem ou atrasar a missão. A pequena apenas aguardou pelas instruções de Thomas.

Aquela situação preocupou Castiel. Ele decidiu não controlar o corpo da garota, ainda tinha receio de que caso o fizesse, seriam detectados com mais facilidade. Ficou atento, através dos olhos da garota, imaginando se algo estava drenando suas forças... Mas imaginava que o mesmo teria acontecido com Thomas se fosse o caso. Será que sua essência estava falhando e levando a garota consigo? Era melhor acelerar aquela missão de uma vez e encontrar Morte.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Aehoo em Dom Jan 22, 2017 11:58 am

Definidos os times e com a carta de Joker em mãos, seguiu para os andares superiores. Contudo, não chegaram nem a passar da escada uma vez que diversos escombros impediam que pudessem seguir em frente. Aquilo era um problema. Não gostaria de se atrasar e perder tempo rodeando o castelo. Conquista, porém, tomou a iniciativa e decidiu averiguar a sala. Estavam na mesma sala de um relógio que marcava pontualmente meia noite. O relógio em si, segundo Conquista, tinha propriedades mágicas, mas Darwishi não estava pronto para o que veria a seguir.

Os escombros foram sumindo, pouco a pouco, como se em filme rebobinado. O tempo regredia bem diante dos seus olhos e era difícil acreditar. Lançou um olhar desconfiado para Conquista que lançou o tal Vira-Tempo para Aemy, mas não teceu nenhum comentário. Simplesmente seguiu pela escadaria que segundos depois voltaria ao mesmo estado de antes. Aquele era um artefato bastante importante que poderia usar para obter alguma vantagem.

Continuaram subindo até alcançar o terceiro andar, onde deram de cara com mais um problema, esse bem mais complexo. Um salão gigantesco se projetava adiante deles, o problema em si eram as criaturas que se encontravam bem no centro do salão: cinco esqueletos, jogando cartas. Apesar de parecerem estúpidos por conta do seu vocabulário, não tinha como medir suas forças. Além do mais, Thomas não queria chamar atenção estando dentro do Castelo, pois estavam em plena desvantagem. Quanto menos notados fossem, mais chances de sucesso teriam.

Rapidamente se escondeu ao lado de Conquista e puxou Aemy consigo. Sinalizou para Conquista esperar. – Vamos esperar algum movimento e continuar escutando. Caso eles deem indícios de que não vão sair tão cedo, podemos usar o Vira-Tempo... Mas não sei se conseguiríamos atravessar o salão todo antes que eles retornassem. De qualquer forma, lutar aqui é revelar nossa posição mais cedo do que gostaríamos. Vamos aguardar mais um pouco. – Sussurrou para Conquista e Aemy.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Asgard em Ter Jan 24, 2017 3:30 pm

Desceram para sabe lá onde seria aquilo apos a divisão dos grupos. Asgard já havia estado em situações onde o odor poderia ser semelhante ou pior que aquele, situações em guerra que poderiam levar qualquer homem a loucura, até mesmo em casos recentes onde todos haviam passado por uma batalha de grande magnitude e de proporções além do esperado de suas mentes, mas algo ali era diferente. Mesmo passando por árias coisas, não só ele como seus companheiros, tendo uma mente afiada para a mais diferentes situações, a cada passo dado na escadaria, os deixavam preocupados.

Seu nivel de concentração estava tão atrapalhada por conta da preocupação que não notara o momento em que sacou a espada curta e a deixou rente a seu antebraço, pronto para qualquer movimentação suspeita ser reduzida a um corte preciso. Sua percepção foi levada ali por acabar apertando demais o cabo da espada a ponto de fazer doer suas juntas. Não muito tempo depois, avistaram alguem. Um conhecido guardião entre alguns, era o caso de Asgard. O cenário não era um dos melhores para encontra-lo.

- Mas o que.... - Quando sua visão ganhou novos traços. A preocupação o levou até mesmo esquecer de Loki, que quando emprestou os olhos, acabou tomando um leve susto. - Isso... quanta energia... Mas da onde? Algué cedeu? - Um pouco abismado com a visão. Quando se tocou, procurou rapidamente por ele se a energia estava centralizada ou se estava derivando de algum lugar. Antes que pudesse ter alguma resposta, Joker se aproximou balbuciando algo para ele.

- Não chegue mais perto dele Joker, tem algo de muito errado errado
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por A Morte em Qui Jan 26, 2017 3:22 pm

Asgard, Myra e Joker

Jack abriu a boca para responder mas faltou forças para isso, ele apenas sorriu – Meu peito – Declarou. E de fato, havia um ferimento abismal que cortava de um ombro até as costelas, provavelmente teria rasgado ele no meio mas partes metalizadas do uniforme haviam o protegido. Joker talvez tivesse estranhado quando aproximou a carta de cura próximo ao antigo companheiro, a energia curou-o praticamente inteiro, renovando-o de uma só vez. Em uma velocidade anormal o sangue borbulhou por cima do corte, refazendo os tecidos e músculos, deixando no local apenas uma cicatriz.

Joker podia jurar que viu um feixe de luz vermelho correr as pupilas do espadachim.

Asgard identificou a origem do poder: O sangue de Jack. Ele estava cheio de energia, mas não era algo próprio, havia uma dúzia de corpos junto a ele, o sangue de todas aquelas criaturas e pessoas mortas em volta deles convergia para o garoto, fundindo-se em um só líquido repleto de poder vívido e mortal que corria pelas veias dele.

Em resposta a Joker ele começou a se por de pé, se apoiando lentamente e em um segundo ele estava de pé – Os outros, capitão, eles estão aqui também. Todos eles, Deuce, Eight. Todos. – Jack parou por um momento, respirando fundo. Ele pegou a espada quase cega e a enfiou de volta na bainha, encharcada em sangue – Lá embaixo, na prisão – Anunciou. Jack lançou um olhar para os outros dois guardiões ali na cena.

- Você é... – Ele encarou Asgard por um breve segundo – Não. Nada. Eu estou bem, juro – Disse e se virou para a garota de cabelos roxos, depois voltou o olhar para Joker como se procurasse uma resposta para a presença dela ali, uma ex-prisioneira, mas simplesmente desistiu – Soubemos que vocês saíram em missão, mas não tínhamos ideia de que era para cá. Droga, se aquele maldito filho de uma bezerra tivesse nos contado... – Jack se referia ao general substituto de Valiheim. Ele se virou para um corredor, mas antes que pudesse dar um passo fraquejou e se lançou contra uma parede, se esforçando para manter-se de pé, o desgaste físico que tinha sofrido era brutal

– Temos que ir. Eles estão esperando por nós... O carrasco, droga, ele está lá embaixo.

Se olhassem pela janela do corredor veriam um andar abaixo.

A mesma criatura gigante que tinha carregado os guardiões para dentro do armazém agora rondava o piso inferior, arrastando a espada ensanguentada pela pedra, ele estava murmurando algo mas eles não conseguiam entender dali de cima. E então ele se virou e começou a ir em direção das escadas, estava subindo para onde eles estavam.

- O Grandalhão ( Click! ) tá vindo.




Thomas, Aemy e Conquista

Eles continuaram jogando o jogo de cartas, reclamando de roubos por mais dois exatos minutos, até que por algum motivo as falas se repetiram quando o jogo acabou, com o gordo vencendo.

- Não, seu idiota, você roubou – Reclamou o primeiro dos fantasmas sentado à mesa.

- Quem roubou foi você, seu retardado – Disse o segundo, um mais gordo e deformado.

- Parem de brigar as duas antas, joguem logo essa merda. – Protestou o terceiro, uma caveira com pedaços de carne e pele grudados ao rosto.

A cena se repetiu exatamente igual, até alguma figura a mais entrar no salão. Interrompendo o loop Eles não conseguiam ver muito mais do que os pés do homem mas a voz era totalmente humana. Assim que ele entrou no cenário os fantasmas se ergueram de suas cadeiras, em forma de respeito.

- Temos fugitivos senhores, ratos que correm pelos nossos corredores – Anunciou e respirou fundo, decepcionado – Estão em algum lugar dos andares inferiores, achem-nos e tragam para mim – E após dar as ordens ele simplesmente saiu andando de volta para onde veio.

- Puta que pariu – Reclamou o maior deles – Vamos lá achar esses pedaços de escroto, voltamos para que eu ganhe de vocês novamente mais tarde – E se pôs a flutuar, atravessando uma das paredes. Os outros sem dizer qualquer coisa apenas seguiram aquele que parecia ser o líder. O salão ficou vazio.

- Fantasmas, presos – Concluiu Conquista. Ele se levantou, deixando a cobertura e caminhou até a mesa onde eles jogavam. As cartas não tinham qualquer desenho, eram apenas pedaços de papel em branco, havia um detalhe peculiar no entanto, o símbolo dos Guardiões da Sombra pintado na parte de trás delas – A torre escraviza a alma daqueles que perderam suas vidas aqui.

Eles teriam continuado o caminho mas Aemy caiu no chão, fraquejando e de repente ela brilhou, luzes vazavam pelas orelhas, narizes e olhos. Castiel emergiu automaticamente, como se tivesse sido puxado para a superfície.

E as memórias passaram a correr pelos seus olhos, como se estivesse acontecendo na sua frente.



Ah, sim, sim. As armas, Castiel, eles são as armas. Existe uma última chance, vocês querem fazer a maldita revolução de vocês? Tudo bem então, eu os ajudarei, uma última vez. Entre os mortais há aqueles que receberam a benção de nosso pai, os profetas. Encontre-os e poderá assumir seus corpos, é a única maneira de tomarem forma na dimensão deles. Nem mesmo o próprio Lúcifer existe sem um receptáculo. Mas achem-nos rápido, por quê se não acharem vocês vão ser caçados, um de cada vez pelos príncipes infernais.

E eles vão te achar, eu prometo. Vocês são como uma bomba de luz caindo no meio do apocalipse, eles vão rastrear cada um de vocês com uma facilidade absurda. Essa luta é desigual, mas se os esnobes videntes estiverem certos vocês vão encontrar os sete escolhidos, os humanos que vão mudar a balança da guerra para o seu lado. Só... Fiquem de olho na garota de cabelos roxos, vocês sabem o que ela é, e quando chegar a hora, vocês sabem o que fazer.


Conquista praguejou: - Droga. Vou precisar de um tempo, ele está consumindo a garota, drenando a energia vital para se restaurar - Mas para Castiel as memórias estavam retornando, e naquele momento descobriu que havia perdido muita coisa quando caiu. Não apenas o paraíso, sua casa, seus companheiros. Mas também suas lembranças, tinham sido tomadas pela queda e agora retornavam lentamente.

O Cavaleiro do Apocalipse ergueu o corpo de Aemy em seus braços – Isso vai chamar atenção. Posso fazer parar, mas vou precisar de um tempo. E nós não temos tempo. Ou podemos seguir, não irão nos achar mas temo que a jovem profeta tenha de lidar com as consequências se o fizermos.

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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Phyress em Sex Jan 27, 2017 12:47 pm

As palavras dos outros preocuparam a pequena, será que eles Joker e os outros já haviam sido descobertos? Era melhor achar o tal do morte logo para ajudar eles o quanto antes... Mas infelizmente as coisas não saíram como planejado. Quando foi andar para seguí-los, sentiu o corpo fraquejar mais uma vez e antes mesmo que seu corpo tocasse o chão, tudo escureceu para a garota.

As coisas aconteceram tão rápido que Castiel sequer teve tempo para processá-las. As mãos chegaram a se mover para frente, impedindo o impacto total da queda, mas ele próprio não conseguia se controlar. Não entendia porque tinha sido forçado a emergir daquele modo e os flashes serviram apenas para deixá-lo confuso.

Ele ouviu uma voz falando consigo... Não viu quem estava lhe dizendo por hora, mas tinha certeza que era alguém importante. Mas pelas frases iniciais, alguém que talvez fosse um aliado temporário apenas. Mas as informações o deixaram alarmado, já sabia que estava sendo caçado e que, caso se manifestasse, provavelmente o detectariam com facilidade, mas pelo que aquele ser falava as coisas eram ainda mais fáceis para os inimigos do que imaginava. Até onde sabia, algum dos príncipes podia já estar vindo até ele enquanto estavam naquela torre.

As informações que vieram pareciam valiosas, como ele não havia se lembrado disso antes? Mas o que ele quis dizer quando falou da garota de cabelos roxos? Seria ela algum tipo de ameaça? Talvez tivesse que eliminá-la em algum momento, mas como ele ia saber qual era a hora sem as informações necessárias?

Entendeu o que estava acontecendo pela voz distante de Conquista e Castiel não soube o que fazer por um instante. Aquelas informações perdidas eram importantes demais e tê-las provavelmente seria de grande utilidade, mas o arcanjo sabia que aquilo deveria cessar pelo bem da profeta. Não tinha ideia de como fazê-lo, já que parecia algo que acontecia por causa da sua própria essência... Mas, ainda sim, tentou buscar algum modo de conter sua energia e parar de drenar a pequena.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Asgard em Dom Jan 29, 2017 2:18 am

Era normal estar desnorteado apos receber um ataque tão brutal quanto aquele que Jack portava no peito. Até mesmo depois da cura de Joker, precisaria passar bastante tempo repousando pela sua grande perda de sangue. Era uma preocupação normal para Asgard em situações semelhantes como aquela, tanto em batalha quanto em caças.

Asgard se manteria focado em manter o jovem vivo e mais saudável se os olhos emprestados por Loki não o deixassem preocupados. Aquela energia, que mais parecia sangue ainda mais por estar conectada as veias de Jack, estavam espalhadas pelo chão também. Sua percepção fez ver que a energia pulsava como uma corrente sanguínea pelo corpo de Jack, entrando e passando por seu corpo inteiro, mas o estranho foi ve-la circular pela mesma linha no que estava no chão conectada a ele.

Asgard estranhou o ato de Jack, pois ele não completou a frase, o mesmo aconteceu quando direcionou-se a Myra. Aquilo fez Asgard perceber que o ato de Jack não era para se comunicar, parecia mais estar acessando alguma memoria ou algo do tipo. Quando escutou dos outros andares e da armadura ambulante, não pensou duas vezes em verificar com os olhos de Loki se o que pensara era o que estava pensando. Antes de olhar pela pequena brecha para os andares abaixo onde teria visão também do inimigo disse.

- Myra, Joker, afastem-se agora. Ele está conectado ao inimigo - Suas palavras afirmavam o desconhecido, mas Asgard pressentiu que Myra estava se sentindo estranha com Jack e que Joker começara a desconfiar. Era melhor antecipar possíveis tragedias e inimigos do que enfrenta-los logo de cara.


(Se Confirmando a desconfiança)

Asgard já estava preparado desde que chegou ali, mesmo com pouco espaço, passaria por seus companheiros, sacava a espada rapidamente atacando Jack com um corte limpo na altura dos olhos. Não seguraria sua força ao atacar. Errando ou acertando, seguiria pelo corredor onde o inimigo não estivesse vindo, buscando brechas para se esconder, além de ter as rotas de acesso e fuga rápida.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Gregar em Ter Jan 31, 2017 11:09 pm



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O ferimento de Jack fazia com que temesse o pior. Nunca havia deixado de sentir o medo ao encarar as feridas nos corpos de meus companheiros, desde a infancia isso fazia parte de mim, a preocupação em excesso com todos aqueles que dependiam de mim, que eram queridos por mim. Por mais que minhas forças se focassem apenas na tafera de curar a Jack, me pegava de surpresa percebendo a velocidade com que tudo era feito. Quase como se a magia estivesse crava em seus corpo, e seus olhos. Não por mais que um instante encarava o brilho escarlate neles. Pelo inferno o que haveria de ter ocorrido ali?

Deveria estar feliz? Jack estava bem ali a minha frente, um antigo companheiro a quem amava como irmão estava vivo e bem, mas não ousava aceitar a alegria. Em instantes suas palavras pesavam como chumbo em meus ouvidos, todo o mundo ao meu redor parecia ficar vermelho enquanto engolia seco. Todos eles ali? O que aquilo significava? Haviam sido mandados sim, mas pelo general? Meu corpo tremia, como se novamente fosse uma criança em meio aos experimentos. O quanto não sabia? Qual era o maldito plano que havia posto todos naquele lugar? Tinha clareza ao ver aquela missão, mas nesse exato instante? Nesse mesmo momento não sabia o que fazer.

- Jack! Corria ao seu auxilio, ajudando-o a se fixar. Não importa o quão curado ele esteja, todo aquele sangue... toda força do guardião havia sido drenada, não havia possibilidade alguma que dele lutar, quanto mais resgatar qualquer outro. Sentia como se o chão estivesse prestes a cair, a criatura que se aproximava, a estranheza que sentia vinda de Jack, a acusação de Asgard. Algo havia ocorrido ali. Não poderia sonhar no que estava acontecendo, mas tudo era comodo demais, como se bonecos estivessem sido postos delicadamente para nos encontrarmos.

O que quer que estivesse acontecendo, atrapalharia nossa missão. A vida de todos estava em risco naquele momento e eu sabia o que deveria fazer.

- ASGARD! Rugia seu nome. Estava de pé e em instantes tinha a espada em meu punho. Sua lamina carmesim brilhando como o sangue aos nossos pés. O manto de energia se formava por meus ombros e cabeça, a materialização de minha própria alma. Algo que carregava consigo uma dezena de cartas que flutuavam ao meu redor. Laminas prontas para o abatate. – Se ousar tocar nele ou em qualquer outro. Farei com que conheça um destino pior que o inferno. Tinha no olhar a seriedade de um assassino, as cartas girando em seu eixo enquanto cortavam o ar, um passo em falso e estariam prontas para se atirar naquele homem.  – Jack e todos eles são meus irmãos! Se pensa que deixarei qualquer um de vocês fazer o que bem entende com eles. É melhor estar preparado para testar sua sorte! Não admitia discordância, não naquele momento. – Disse que os outros estão presos. Sabe o que mais tem lá além daquilo. Me referia claramente ao demônio sem retirar os olhos do possuído. Ao termino puxando uma carta em especial e discretamente a aproximando do soldado. Que a Lua nos guie.





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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Asgard em Qui Fev 02, 2017 3:23 pm

A preocupação de Joker com seus aliados era maior do que Asgard esperava, e seu ato de oposição aos atos do caçador faziam com que ele quisesse agir sem pensar duas vezes e enfrentasse as consequências depois, mas aquilo realmente não era hora nem mesmo luar para ter uma discussão ou uma luta contra um aliado. Asgard manteve a espada em mãos, mas relaxou os ombros, olhou para Joker e começou a se encaminhar para uma das brechas que iria se esconder.

- Espero que saiba o que está fazendo. - Virou para Myra. - Caso queira se esconder, fique com aquele canto - apontava para onde estava indo.

Asgard deixou aquela entrada para Myra e seguiu em frente até outro ponto que já havia visto. Seus atos eram para se reposicionar e poder ter uma visão mais ampla, tanto do local quanto dos aliados e dos inimigos antes de fazer qualquer coisa. Asgard procurou um local onde pudesse tanto se manter escondido quanto observando, se mantendo em alerta para ser um reforço para seus aliados e impedir o de seus inimigos.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Aehoo em Sex Fev 03, 2017 12:10 pm

O plano acabou dando certo. Na verdade, deu mais certo do que poderia esperar. Tinha de admitir que achou muito bizarro o loop em que aquelas caveiras e esqueletos estavam envolvidos, mas o que ele poderia reclamar? Eram seus inimigos. Não se importava realmente com eles. A resolução daquilo, porém, lhe deixou preocupado. Já tinham tomado conhecimento do grupo de Joker, Myra e Asgard. Como eles estariam? Teriam sucesso? As perguntas começavam a surgir em sua cabeça, mas rapidamente ele as dissipou. Tinha de confiar em seus soldados. Eles sabiam do risco da missão e fariam o possível para cumpri-la.

Quando os fantasmas saíram do ambiente, Thomas seguiu pelo salão na tentativa de atravessá-lo o mais rápido possível, mas ficou de frente com outra situação problemática. Aemy foi tomada por uma força que Thomas conhecia muito bem. Conquista rapidamente correu em sua ajuda e explicou a situação ao Capitão. Thomas respondeu sem hesitação. – Faça! Eu não vou perder mais um membro do grupo! – Concluiu, esperando as ações do Cavaleiro.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por A Morte em Dom Fev 05, 2017 10:10 pm

Castiel, Thomas e Conquista.

O Cavaleiro assentiu, pegou o corpo da pequena garota e pôs sobre a mesa, então levou uma das mãos enluvadas à cabeça dela e começou a restringir os poderes, as memórias. Tudo voltou para dentro do anjo. Para Castiel as memórias começavam a desaparecer antes de prosseguir, juntando-se ao clarão de esquecimento que era a sua mente. Luzes divinas saltaram dos olhos de Aemy e alcançaram as paredes, refletindo sobre o teto e o chão.

E enquanto Conquista recuperava as energias da pequena profeta Thomas ouviu.

Primeiro foram uivos, distantes. Depois ele distinguiu grasnidos, urros e rugidos, sons emitidos pelas criaturas da torre ecoavam pelos corredores, fundiam-se todos em uma canção de horrores, o anúncio de que eles haviam despertado a torre inteira.

As luzes se apagaram de uma só vez e o salão pareceu estar mais escuro que o normal.

Castiel abriu os olhos lentamente, as memórias haviam parado de escorrer de volta para si mas agora, novamente, tinha controle do corpo da garota. E todos naquela sala sentiram, até mesmo Thomas sabia. Cada demônio da torre se movia na direção deles, era quase como se pudessem escutar os passos das criaturas em cima deles, nos andares superiores e também embaixo, no subsolo, se aproximando cada vez mais. Podiam praticamente ver através das paredes.

- Então vamos do jeito difícil – Disse Conquista, estendendo o braço e materializando uma lança.

Eles dispararam pelo corredor e começaram a subir, os primeiros demônios apareceram na escada acima deles, eram simples diabretes e Conquista balançou a arma na direção deles, fazendo-os tombarem, então seguiram por um corredor. Uma tropa de demônios de pele vermelha apareceu na frente deles, eram provavelmente dez deles, humanoides.

Os sentidos aguçados de Castiel foram os primeiros a ouvir e reconhecer as criaturas atrás de si: Cães do Inferno, criaturas invisíveis que se lançavam na direção deles.

- PRAGAS MORTAIS ! – Berrou um deles, eles estavam bem no caminho, vestindo armaduras leves e carregando espadas. Ouviram um outro rir lá atrás.




Myra, Joker e Asgard

O silêncio se instaurou no corredor, até que o único som que restasse fosse o da respiração. O manto espiritual de Joker fora abafado pelo efeito da carta, reduzido para o interior do garoto, as cartas haviam retornado ao local de origem e Jack tentava controlar os batimentos.

Asgard e Myra haviam se enfiado nos cantos da sala, próximo aos quadros onde podiam usar a sombra para se esconder, mas infelizmente não havia como se esconder e ver o que estava acontecendo ao mesmo tempo.

E eles esperaram.

O suave arrastar do aço no chão de pedra tornou-se cada vez mais próximo, ecoando pelas paredes. Até que ele se tornou o barulho de metal contra carne, deslizando por cima dos corpos destroçados do corredor. Ele parou por um breve segundo.

- Eu vou te encontrar... – Prometeu, a voz grotesca que ressoava por trás da máscara, de alguma forma familiar para eles. Ele parou e apoiou o escudo absurdo que carregava consigo na parede próxima a ele, depois parou por um longo momento, como se estivesse descansando.

Ele não foi o único a escutar o barulho que ecoou dos vários andares acima. Algo semelhante a uma explosão e eles viram feixes de luz vazar por entre as brechas das paredes, eles sumiram lentamente e depois o que se ouviu foram uivos, distantes. Berros, urros e rugidos, sons emitidos pelas criaturas da torre seguiam pelos corredores, fundiam-se todos em uma canção de horrores, o anúncio de que algo havia despertado a torre inteira.

E o gigante empunhou o escudo e pôs-se em movimento, mas vacilou antes de virar o corredor. Ele levou a mão ao rosto de metal e urrou – A CICATRIZ!!! – Gemeu, como se sentisse uma dor absurda, e cambaleando ele se retirou.

- Agora! – Sussurrou Jack alguns minutos depois, e eles desceram as escadas.

Uma fileira de celas se projetava através das paredes de pedra, Myra não se sentia confortável no local, era como retornar a Valiheim. A grande maioria delas estava vazia, e as que tinham algo eram apenas esqueletos, exceto pela última delas. Uma maior e mais extensa, assim que eles se aproximaram encontraram duas pessoas sentadas, próximas a fechadura.

Deuce e Trey ergueram as cabeças lentamente e Joker reconheceu os companheiros, com a sensação de Nostalgia. Jack se aproximou das barras de ferro e enfiou a chave na porta e então abriu, ambos encaravam Jack – Como é que conseguiu a chave? – Disse Trey rindo, Deuce partiu para abraça-lo – Achei que tinham te pego – Jack não respondeu.

E eles se viraram para Joker, observaram por um momento e o agarraram – OH MEU DEUS! – Gritou Trey – CAPITÃO! – Ele estava definitivamente, mais que animado – Eu disse que não ia morrer nesse buraco fedido – Ele concluiu.

Se afastaram por um segundo e Deuce perguntou – Como chegaram aqui?.

Jack sorriu, meio melancólico – Onde tá o resto? – Ele quis saber - Levaram eles, lá pra cima – Disse Trey em resposta – O que faremos a seguir? – E eles olharam para Joker.

De fato aquela era a prisão, não havia outro nível para descer e ainda sim não havia sinal do Cavaleiro do Apocalipse que ambos tanto procuravam, havia porém, uma outra cela aberta do outro lado do corredor, uma dezena de sinais desenhados se espalhavam pelo chão. Asgard conseguia ver a magia que emanava dos símbolos feitos a giz, e os rastros deixados para trás – Ele esteve aqui – Sussurrou Loki na mente do guardião. Os outros companheiros de Joker eram normais aos seus olhos, totalmente diferentes de Jack.

Imagens:

Trey
Deuce

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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Aehoo em Seg Fev 13, 2017 11:05 am

Thomas não entendia quais eram os planos de Conquista, muito menos o que ele estava fazendo com a Aemy. Sua mão segurava firme o cabo da espada, pronto para qualquer coisa. Até mesmo se virar contra Conquista, caso fosse necessário. Contudo, parecia estar dando certo. Aemy parecia estar melhorando e Castiel parecia estar no controle do corpo novamente. O que Darwishi não esperava, era a recepção que acabaram tendo quando aquilo terminou.

O castelo todo estava acordado.

Naquele momento, a missão silenciosa tinha ido por água abaixo. Ou ao menos parecia que isso tinha acontecido. Tinha uma ideia em mente, mas tinha que executá-la no momento certo. Tomou para si o Vira-Tempo e começou a correr. Viu os diabretes serem derrotados e seguiu adiante. E quando sentiu aquela sensação horrível atrás de si, sabia que estavam em uma situação precária. Lutar com aqueles cães invisíveis seria absurdamente complicado. Era ali que tinha de usar sua estratégia.

Ativou o Vira-Tempo.

A ideia era voltar para o momento logo após a saída dos fantasmas, de forma a reduzir o número de criaturas que sentiram o poder mágico de Conquista, ou se tivesse sorte, extinguir essa percepção. Qualquer um dos dois seria lucro. Quando voltasse no tempo, já tinha que estar preparado para o que tivesse de enfrentar pela frente. Segurou a espada com firmeza novamente e se preparou.

Ainda tinham uma chance de chegar ao topo sem serem notados. E Thomas queria aproveitar da melhor forma o elemento surpresa.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Gregar em Seg Fev 13, 2017 10:08 pm



There is only one true magic master, and it isn't you. Now i shall show you the true meaning of power.

Estava em transe, completamente focado mesmo com tudo que ocorria. Ainda sentia o peso do ar em meu peito, o odor forte do sangue que encharcava meus pés, o nerovismo que vem antes de qualquer combate. A minha frente, a poucos centímetros do corpo, estava a espada desembainhada, os nós dos dedos brancos pela força que fazia em seu cabo. Um passo a mais era tudo que precisava. Saltaria em direção a estatua e acabaria com tudo em um único momento.

Tudo mudava mais rápido do que julgava possível. Uma explosão chamava atenção de tudo que havia a nossa volta, podia sentir o fedor das criaturas se reunindo acima de mim, correndo e rastejando. Algo havia afetado pesadamente nosso pequeno plano, até mesmo nosso algoz estava correndo para os andares superiores, imparável como uma carroça desgovernada. Aemy nada me informava pela carta que havia entregue a ela, mas poderia acreditar nisso naquele momento? Mesmo com o que acabava de presenciar? Poderia correr rumo a ajuda de todos, mas Jack era o primeiro a dar as cartas, puxando-me para baixo com ele. Aquela altura eu tinha de correr celas abaixo.

Passo a passo me levavam para as celas, sua maior parte vazia, escuras e sem importancia, mas ao final de tudo. Bem longe de qualquer luz estavam eles. Os mais novos de todos nós, próximos o bastante para fazer com que meus olhos marejassem vendo-os ali. Vivos! Sem palavras envolvia os dois em um abraço fraternal. Incapaz de formar qualquer frase por pelo menos aquele segundo.

- É tão bom poder vê-los bem novamente. Afastava-me do abraço, pensando a cada palavra que ouvia. Céus os outros ainda estavam aqui, agora arrastados no caos acima de nós junto a quem sabe o capitão e a jovem Aemy. Cravava os olhos nas paredes ao nosso redor, atento aos terrores que cada um deles haveria de ter sofrido. Foram pouca as vezes onde havia sentido o borbulhar de meu coração, o sangue fervendo devido ao ódio, mas naquele momento? Naquele exato instante era isso que sobrava. A raiva pelas criaturas. – Nos os resgatamos. Todos eles. Puxava duas cartas da Sacerdotisa,em instantes as tinha em Deuce e Trey, os curando e confortando com o poder mágico. – Acima de nós houve uma explosão e tudo na torre se direcionou para lá. Sinto Aemy afastada da carta que a entreguei, o mesmo para nosso capitão. O que quer que tenha acontecido, precisamos ser rápidos para lhes ajudar. Asgard e eu seremos a vanguarda. Me direcionava ao trio antes que alguma reclamação pudesse ser feita. – Além disso, nenhum dos três tem condições de lutar. Myra é capaz de controlar e invocar demônios a sua vontade. Os três podem vir conosco desde que apresentem suporte para ela e apenas isso. Olhava para a garota em um apelo sem o uso de palavras, implorando para que ela mantivesse-os a salvo. Meu foco era então saltado para Asgard, acenando como se perguntasse se ele estava pronto. Então partia para os degraus acima em velocidade total.




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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Myra em Qua Fev 15, 2017 12:10 am

Segui os passos de Asgard e me escondi no canto mais escuro existente no cômodo, mas mesmo sendo em tese mais seguro, não podia ver muita coisa. Joker e Jack estavam mais a frente, encostados em uma parede, em algum lugar próximo a nós, pude ouvir o barulho de metal pesado sendo arrastado, e em seguida, uma voz macabra, senti um calafrio subir pela minha espinha, mas mesmo com medo, mantive a compostura, e peguei a espada. Mas antes de o ser chegasse até nós, uma luz chamou a atenção de todos, incluindo as criaturas adormecidas em toda a torre, a luz vinha de algum lugar acima de nós, tudo que pude pensar foi em Thomas e Aemy.

Após um urro de dor a criatura se afastou e Jack seguiu para uma escadaria com Joker, não confiava no rapaz, sentia que era perigoso, não sabia porque, mas era, então me juntei a eles. A escadaria deu em uma prisão, assim que desci o último degrau comecei a me sentir mal, foram muitos anos enclausurada em uma daquelas, meu rosto automaticamente se fechou com uma expressão de nojo e ódio. Segui Joker até o fim, na última cela, lá estavam duas pessoas, pareciam ser seus companheiros, o chamavam de capitão e tudo. Fiquei atrás escutando sua conversa, a situação do resto do grupo parecia ter sido comprometida, além da ansiedade causada pelas celas, a preocupação pelos outros me deixaram ainda pior.

Joker permitiu a vinda dos outros conosco, desde que me ajudassem, ele parecia desesperado, e não podia negar ajuda a um companheiro. Um sorriso se formou em minha boca – Haha tudo bem, eu cuido de vocês queridos. Fiquem no meio, eu protejo a retaguarda. - Todos se organizaram e seguimos Asgard e Joker escadarias acima.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Phyress em Qua Fev 15, 2017 1:01 pm

Maldição. Ainda bem que Conquista estava por perto para impedir que a energia de Castiel destruísse Aemy. Para o arcanjo aquilo era um problema... E se acontecesse de novo? Precisava arranjar um modo de recuperar suas memórias sem que a profeta tivesse que pagar o preço por isso.

Não só isso, agora estavam sendo caçados. E, pelo pouco que recuperou de suas memórias, sabia que era sua culpa. Aquelas coisas estavam o farejando como havia lhe dito... Talvez até mesmo os príncipes estivessem a caminho daquela torre. Se estivesse em outra situação, se separaria do grupo para lidar com o problema sozinho, mas... Isso poderia lhe custar a vida agora que não tinha suas forças completas e, consequentemente, Aemy morreria também.

A melhor opção era tentar chegar até Morte logo para irem embora dali. Quando Thomas pediu o vira-tempo, Castiel apenas o jogou na direção do profeta. Agora já que estava descoberto, não havia mais porque deixar Aemy na situação visto que as coisas ficariam feias e complicadas. Nas mãos da pequena, Castiel fez um escudo de luz e também uma espada curta para se defender dos ataques e lidar com os inimigos.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Asgard em Qua Fev 15, 2017 4:04 pm

Mesmo sem poder ver, prestava a atenção com os outros sentidos para caso alguma coisa acontecesse, mas com o iluminar repentino, pegou a todos de surpresa. Asgard se revelou por um instante para ter visão do local e nada viu.

Acompanhou seus companheiros até o chegar da cela onde mais aliados estavam. Joker parecia estar bem contente com tudo aquilo, até mesmo Asgard começou a sentir um certo alivio com a alegria que eles demonstravam um com o outro, mas não abaixou a guarda. Andou o tempo inteiro atras para cobrir a retaguarda apos o sumiço do cavaleiro, ele não havia deixado rastro de nada para que Asgard o localizasse de alguma forma além de deixar o mesmo preocupado pela velocidade em que desaparecera.

Por ser bastante observador, as marcas instauradas já eram de grande preocupação e com a ajuda dos olhos que Loki, deixava as coisas ainda piores por revelar o que não viam.

- Quem esteve aqui Loki? - Perguntava com uma tenção que aumentava a cada momento, Asgard pressentia que enfrentariam algo poderoso antes de se encontrar com Thomas e Aemy.

Quando pensou em perguntar sobre o que ou quem estava naquela cela, Joker havia tomado a dianteira e planejado a saída dali o quanto antes. Asgard entendeu o recado com o olhar e confirmou com a cabeça, deixando de lado a preocupação e as perguntas. Respirou fundo para se acalmar um pouco e tomou a frente, mantendo sua espada curta a postos para um saque de corte rápido. Confiava a retaguarda a Myra e deixou toda e qualquer duvida para que Loki o respondesse.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por A Morte em Qua Fev 15, 2017 8:43 pm

Thomas, Aemy e Conquista

A quebra de tempo era um vórtice, uma energia que simplesmente ignorava a física e puxava Thomas, Castiel e Conquista através de paredes como se fossem espectros, até retornarem ao local exato em que estiveram antes: O salão dos fantasmas. Por sorte o capitão tinha acertado o tempo e não havia mais ninguém ali além deles. Todos tiveram a sensação de déjà-vu, ou até mesmo uma nostalgia que não deveria existir.

O olho de Amom tinha novamente se silenciado. As criaturas calaram-se subitamente.

- Muito bem pensado Thomas, mas não acho que tenhamos revertido a situação para todos eles. Alguns ainda devem saber de nossa presença e vão nos procurar. Temos de ser rápidos – Disse Conquista, guardando a arma que tinha sacado e se preparando para se por em movimento – Teremos de achar uma rota alternativa. Acredito que vi uma janela ao fim daquele corredor. Se conseguir chegar ao final dele talvez consigamos pular para o lado de fora e escalar as pedras – A ideia era absurda mas Thomas e Castiel sabiam que não era impossível – Além disso, vocês podem voar, não ? – Presumiu.

Mas eles ouviram algo antes de saírem do salão.




Asgard, Joker e Myra

- Morte – Sussurou Loki para Asgard. Em algum momento o cavaleiro que estavam procurando estivera encarcerado nas prisões do subterrâneo. Eles entraram em formação e dispararam degraus acima, aparentemente os soldados da Wild Cards estavam suficientemente bem para correrem, talvez bem até demais. Não demorou para que retornassem à sala do relógio, o local onde tinham se separado em dois grupos, felizmente o caminho continuava limpo.

E então os barulhos pararam. A canção de terror que havia se instalado na torre por um breve momento havia cessado, como se simplesmente houvessem retornado ao sono. Eles continuaram subindo. Os músculos rígidos de suas pernas ardiam suavemente devido ao esforço, mas não pararam. Faltava pouco e aquela coisa estava atrás de Thomas e Aemy.

Mais do que nunca o caminho pareceu mais demorado, mais longo. Uma impressão que nascia da ansiedade.

Asgard se descobriu capaz de ver um rastro de energia, a mesma que vira e que Loki disse pertencer à morte. Era uma linha luminosa que pendia na direção dos andares superiores e conforme subia ela continuava a ir na direção do céu, provavelmente apontando para o último andar.




Todos

O suave arrastar do aço no chão do salão tornou-se cada vez mais próximo, ecoando pelas paredes. Era um som familiar para Asgard, Myra e Joker. Era o anúncio do Carrasco se aproximando. A criatura parou ao ver Thomas e Aemy no salão, observando-os por um momento antes de ter qualquer reação, como um animal se preparando para o abate ele moveu a cabeça na direção deles. E então ele levantou o escudo, pondo o objeto de três metros e meio à frente.

Era a mesma criatura que havia os posto para dentro da torre, o mesmo demônio de quatro metros de altura. Mas agora ele trajava outra armadura... Agora ele parecia muito mais um prisioneiro. Um elmo de metal e couro estava fundido ao seu crânio, pregos e travas impediam qualquer abertura ou forma de abrir, não havia espaço para ver ou respirar e apenas as orelhas ficavam expostas, sendo a parte da nuca coberta por um tecido preto e grosso. Pinos de aço desciam pelo meio do elmo, provavelmente atravessavam a carne do carrasco também e um grande sinal em formato de “ X “ estava riscado sobre o elmo, um corte que mais parecia uma cicatriz.

Os pinos de aço também saiam dos ombros expostos dele, quatro de cada lado. E desciam através da espinha dorsal inteira. A armadura tinha se tornado mais leve do que antes, agora eram placas de metal sobrepostas, não eram tão seguras mas as aberturas permitiam que ele se movesse muito mais livremente. E tinha o escudo. A monstruosidade retangular de metal ainda se mantinha a mesma, feita de carne fundida à cobre e ferro bruto, desenhado para parecer o rosto de um infernal.

- Eu... Achar... – Ele disse pausadamente, incapaz de falar mais rápido do que isso – Anjo... Mau – Disse virando a cabeça lentamente para Aemy, o movimento insinuava um rastreamento instantâneo. Castiel sentiu um arrepio. A espada de luz ainda saltava de sua mão, juntamente ao escudo.

Conquista se pôs para frente, sacando a lâmina presa às costas. Era uma simples espada, como qualquer outra – Vão, profetas. Sigam o caminho despercebidos, eu os encontrarei quando acabar com esse aqui – Prometeu o cavaleiro.


Para Joker, Asgard e Myra a criatura tinha as costas exposta, de fato. Mas a pergunta que permeava a cabeça de, provavelmente, todos eles era: Irá adiantar? A monstruosidade de quatro metros estava ali, de pé e virada para o capitão do grupo. Tinham alcançado o salão tão rápidos quanto o carrasco, mas acompanharam-no escondidos até ali, felizmente percepção não era o ponto forte da criatura.

Eles haviam se esgueirado por trás de um pequeno muro, de onde tinham visão de tudo. Era a posição perfeita para um ataque organizado. Deuce, Trey e Jack olharam para seu capitão, silenciosos e esperando ordens. Myra se sentia estranha. Algo dentro de si dizia para ela que havia uma familiaridade no gigante à frente, provavelmente havia o visto em algum lugar, mas onde? Era como uma pequena peça faltando em um quebra cabeça.

Posicionados eles esperaram. E ouviram algo nos andares inferiores. Alguém estava subindo, ou melhor, um grupo.


OFF: Sim, eu mudei a aparência do brother estiloso pra um feioso, por quê é absurdamente impossível desenhar aquela art que eu tinha pegado pra ser ele, aí eu mesmo criei.

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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Asgard em Sex Fev 17, 2017 4:33 pm

Mesmo se não fosse um sussurrar, aquele nome ao qual Loki disse para Asgard, o fez arrepiar e estremecer. Correram como se fosse algo próximo, mas pareceu demorar mais do que a decida e a ansiedade de chegar aos outros atrapalhou tanto que os deixou cansados bem no meio do caminho, mas ignoraram e continuaram. Como já estava ansioso pelo o que poderia vir, além de preocupado, Asgard voltou a ver um rastro, o mesmo rastro de andares mais abaixo visto na cela, onde mostrava agora acima dos andares que estavam se direcionando. Sua cabeça borbulhava de ideias e preocupações, além de sua ansiedade aumentar a cada degrau, até Loki estava sendo perturbado pela sensação de Asgard. Quando estavam próximos o suficiente para reencontrar os outros, afroixou a pressão de sua mão na espada e respirou fundo, para acalmar os nervos e descansar da subida, até ter sua respiração estável e seus nervos calmos novamente.

Certamente a decisão de se acalmar fora a mais correta, logo a frente estava o carrasco do qual haviam evitado lutar, mas que também agora estava com uma aparência diferente. Asgard não sentia nada vindo dele e achava que Conquista era o suficiente para ser oponente dele, mesmo que um ataque organizado seria bem mais rápido para finalizar, mas o rastro que Asgard podia ver de Morte, talvez fosse o suficiente para encerrar a missão de Conquista e voltar a focar para o que estava indo fazer.

- Myra, sei onde encontrar Morte, só acho que não podemos perder tempo enfrentando essa criatura. - Avisava ela por estar mais próxima dele. - Uma distração rápida para ganhar tempo para nós e vantagem para Conquista seria mais efetivo não acha? - A perguntava era mais uma forma de confirmar a ideia, pois quando ia finalizando a frase, havia retirado de seus bolsos e mostrando para Myra as poucas bombinhas que tinha, entre outros apetrechos para dificultar a locomoção de inimigos, estava pronto para agir sozinho. Talvez alguém tivesse um plano melhor, mas precisava avisar logo a todos para caso o rastro de morte sumir ou os inimigos chegarem antes de tomarem uma decisão.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Phyress em Qua Fev 22, 2017 9:37 pm

Os olhos de Castiel se moveram até a “rota alternativa” que Conquista havia sugerido... Parecia uma boa ideia agora que já haviam sido avistados de qualquer forma, não era mais como se esconder sua energia e sua presença ali fosse realmente útil.

Mas antes que pudessem seguir um novo inimigo surgiu, além do restante do grupo... E os olhos do oponente pareciam estar fixados no próprio Castiel. E as palavras só lhe davam certeza disso... Aquele com quem falou em suas memórias estavam certo, Castiel ainda era como uma bomba de luz em meio a tudo aquilo e os príncipes o rastreariam uma hora ou outra.

Precisava encontrar morte e se restaurar o quanto antes para lidar com toda aquela situação para proteger Aemy. Castiel recuou alguns passos, o escudo ainda a frente do corpo para se proteger de qualquer investida surpresa daquele inimigo... Teria que contar com a ajuda de Conquista naquela situação.

- Thomas. – foi a única palavra que disse, para que o outro profeta também viesse.

Castiel seguiu pelo corredor atrás deles, buscando a tal janela que Conquista havia visto para fazer a rota mais rápida para o topo da torre.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Aehoo em Sex Fev 24, 2017 9:12 pm

A estratégia funcionou como Thomas previu. Não conseguiu inibir totalmente sua presença, mas diminuiu a atenção que o pequeno grupo tinha chamado para si. De qualquer forma, não podiam ficar parados e decidiram seguir o caminho logo a frente. Segundo Conquista, poderiam escalar o prédio pelo lado de fora. Thomas franziu ligeiramente o cenho, estranhando aquela proposta. Preferia subir lutando, mas se aquele fosse o caminho mais fácil, assim o faria.

Contudo, quando Conquista perguntou se ambos podiam voar, Thomas entendeu a ideia. A verdade era que diferentemente de Aemy, Aladiah não dominava seu corpo. E Thomas nem sabia como invocar esse poder direito. Iria responder a pergunta de Conquista, mas um imprevisto acabou surgindo no meio do caminho. Um bem grande e problemático, diga-se de passagem.

Thomas ficou ligeiramente assustado e preocupado quando aquele monstro lhe encarou. Não seria um combate fácil. Mas naquele momento, Conquista tomou a frente, dizendo que nos encontraria depois. Bem, Darwishi não estava no mérito de recusar aquela ajuda, até porque lhe pouparia tempo. Assim que escutou o chamado de Castiel, Thomas partiu correndo logo atrás, servindo de retaguarda para o anjo, caso precisasse executar uma manobra de defesa.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Myra em Seg Fev 27, 2017 6:21 pm

Continuamos a seguir a escadaria o mais rápido possível, minhas pernas doíam, e mesmo com todo o descanso e ação que já tivemos, parecia não restar energia em meu corpo, mas precisavam de minha assistência, então apenas ignorei a dor e continuei a correr. Em algum momento tudo voltou a ficar silencioso, não entendi o que havia acontecido, mas neste momento pude ouvir o arrastar do metal do carrasco. Meu coração bateu mais rápido e por alguns instantes a dor e o cansaço não eram nada.

Quando chegamos ao fim da escadaria, vi Thomas e Aemy do outro lado da sala, Conquista estava entre eles e a criatura, porém sua aparência havia mudado, estava mais nojento e macabro que antes, toda a ansiedade de tê-lo para mim havia diminuído consideravelmente. Estávamos escondidos atrás de uma parede, era a chance perfeita, o capitão e o anjo aparentemente planejavam uma fuga, seguiram por um corredor e Conquista se posicionou para parar o ser caso tentasse segui-los. Já que eu estava ao lado de Asgard, ele planejou criar uma distração com algumas bombas que possuía, disse saber onde Morte estava, e não havíamos muita opção naquele momento, peguei algumas bombas e me preparei para atacar, antes olhei para Asgard e com receio acenei com a cabeça – Tome cuidado. Não podemos perder mais um. – Fitei os outros, todos estavam observando o ser, então não fizemos contato visual.

Tomei a iniciativa, me levantei e olhei para Conquista, mostrei a bomba e mirei perto da cabeça do ser, esperava que a bomba o deixasse atordoado ou confuso, para dar uma chance para Conquista atacar, sem ser o foco principal da criatura. Assim que atirei a primeira bomba, me escondi novamente, olhava pelo canto da parede, para que assim que achasse uma brecha, entrar na batalha para acabarmos com aquilo logo e sairmos vivos daquele inferno.
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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por Gregar em Sab Mar 04, 2017 1:44 pm



There is only one true magic master, and it isn't you. Now i shall show you the true meaning of power.

A estranheza substituía dor e o cansaço. A torre parecia voltar a dormir, fazendo com que tudo parecesse uma espécie de alucinação. Sentia como se cada demônio ainda rastejasse em seus ninhos incapaz de perceber nosso grupo, mesmo que instantes antes estivessem loucos por nossas cabeças. Algo havia acontecido naquela torre maldita, um fenômeno que parecia ter vindo em nosso auxílio, entregava preciosos segundos para que pudéssemos alcançar o grupo do piso superior.

Os pés não haviam me enganado, mas os olhos poderiam tê-lo feito. A figura que se erguia a nossa frente era sem dúvida o carrasco, sentia o mesmo fedor vindo dele, mas, sua forma era outra por completo. Mesmo que ainda estivesse manchado pela corrupção dos demônios, ainda havia nobreza em sua antiga armadura, porém, as vestes de um cavaleiro haviam sido removidas, dando lugar aos trapos que os prisioneiros trajavam. Placas tocas de metal recobriam seu corpo dando uma falsa impressão de segurança, pinos adornavam seus membros e sua cabeça, como sinistras formas de controle. Seu elmo tornava sua face indecifrável, presa por detrás de grossas camadas de ferro retorcido e sujo.

Aos fundos o trio estava ativo. O anjo que tomava o lugar de Aemy, provavelmente incapaz de usar as cartas que havia lhe entregue, respondia o porquê não havia recebido nenhum pedido de ajuda, mas o que mais me incomodava era Conquista. O colosso estava parado frente ao seu rival grotescamente gigante pronto para o combate. Mesmo com os números a nosso favor, o tempo ainda era um inimigo, mais criaturas se esgueiravam nos níveis abaixo correndo para nossa direção.

Por detrás de uma parede Asgard bolava um plano, Myra estava de acordo com ele então eu próprio sinalizava para o trio ao meu redor, poderíamos atravessar e facilitar a vida do próprio Conquista. – Passamos por ele em disparada. Myra vai tentar atordoa-lo então eu vou servir de isca e chamar sua atenção para mim. Sigam-me e usem o tempo para tentar colocar qualquer tipo de dano no Carcereiro, mas mirem as juntas e não se demorem. Instruía cada um deles, esperando para o arremesso de Myra enquanto sacava minha espada. Uma explosão e um flash eram o que precisava para sair disparado de meu esconderijo. – Agora! Eu brandia

Sua forma era alta demais para que simplesmente o transpassasse, mas com sorte seria tão lento quanto sua fala. Correria em direção clara para o carrasco, chamando toda sua tenção em minha direção, enquanto as cartas se reuniam ao meu redor, em uma pilha que propunha chamar sua atenção, ocultar os que avançassem comigo. Correndo contra ele próprio, tomaria seu corpo como material de impulso, um joelho ou peito e usaria para saltar por sobre ele, enquanto disparava as cartas do Tolo, os selos de magia, contra seu próprio corpo como um lembrete e facilitador para o combate que viria.




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Re: The Things We Left Behind

Mensagem por A Morte em Seg Mar 06, 2017 12:54 pm

Thomas, Castiel/Aemy

Déjà-vu. Era como se a mente estivesse se adaptando a nova realidade lentamente, e por um momento eles esqueceram que estiveram ali antes. As memórias dos segundos antes de virarem o tempo estavam desvanecendo de pouco em pouco conforme eles avançavam pelo corredor.

O caminho dava em uma escada, que por sua vez, dava em outro corredor vazio. Os andares eram repetidos e mantinham a mesma estrutura padrão de todo o resto da torre, fazendo parecer que estavam andando em círculos. Subiram e subiram e pareceram não se mexer, até que enfim encontraram uma única diferença: Uma janela no fim.

Uma pancada no vidro tinha sido mais do que o suficiente para quebra-lo. Do outro lado um parapeito mínimo se projetava, uma chuva torrencial deslizava sobre a pedra fazendo-a escorregadia e praticamente impossível de escalar, era como andar em gelo. O vento quase os empurrou de volta para dentro. A torre de Amon erguia-se por cima dos profetas até sumir de vista, era absurdamente alta e separada em círculos estreitos de pedra que serviam de apoio para as janelas.

No topo da torre estava o mais notável detalhe: Uma energia azul que pulsava na direção do céu, iluminando as nuvens carregadas ao redor da estrutura maligna. Aquilo era magia bruta vazando para o alto, uma quantidade grande o suficiente para deteriorar qualquer coisa, se espalhando nas nuvens e caindo no mar.

Castiel podia sentir aquilo. Quase sentia seu receptáculo tremer diante tanto poder. A última vez que havia visto tanta energia acumulada em um só local tinha sido quando Mikael enfrentou o irmão caído. Algo absurdamente poderoso estava alimentando aquilo.

Thomas tinha que voar. Aladiah não se comunicava há muito tempo, adormecido dentro de si. Por um longo momento nada aconteceu. Mas finalmente ele havia sentido a energia pulsar através da corrente sanguínea, escorrer pelas veias e de repente as costas estavam brilhando com asas feitas de correntes de luz.

E enquanto os dois profetas voavam na direção do céu ele ouviu a voz em sua mente.

“ Está chegando a hora, Thomas. A hora de você saber “ Sussurou o Anjo e depois ele voltou a se calar. O capitão sentia o poder em suas mãos, sabia que podia manejá-lo da forma que quisesse, moldar armas e disparar poder assim como Aemy fazia.




Eles se moviam numa velocidade anormal, as asas angelicais faziam-nos disparar torre a cima, deixando um rastro de luz por onde passavam, iluminando a noite inteira. Eram como duas estrelas correndo as nuvens. Ouviram os rugidos de dentro das paredes daqueles que eram capazes de sentir a presença mas tanto Thomas quanto Castiel eram simplesmente rápidos demais para qualquer reação e depois de alguns minutos subindo a imensidão de pedra eles alcançaram o topo com facilidade.


Os pés de Thomas e Castiel afundaram. O telhado inteiro era repleto de água, ela subia até a canela dos profetas, gélida e cinzenta, sem vida. O local era mais parecido com uma arena do que qualquer outra coisa, construído em formato circular como uma torre antiga, as ameias eram mínimas e ameaçadoras. No centro havia uma dúzia de círculos mágicos e runas debaixo da água cinzenta e uma única pessoa acorrentada, de pé. O homem estava preso pelos pulsos, garganta e pés ao círculo e os ombros, costas e braços se desfaziam em energia, uma espécie de fumaça quase imperceptível que crescia conforme se afastava do corpo de origem, e ganhava uma potência anormal. Ele era a origem de toda aquela energia pulsante.




Os olhos se viraram na direção dos recém-chegados. Mas o homem no círculo não era o único ali. Havia um outro, sentado em uma espécie de trono que também escorria água. Ele se ergueu sem qualquer pressa, observando os dois loiros ali parados – Bem vindos – Disse com um cumprimento – Vocês são privilegiados por morrerem aqui. O caído em pessoa vos assiste – E apontou para a única esfera de vidro que tinha encaixada na máscara – Eu sou seu vigia – Concluiu.



A máscara era provavelmente banhada em ouro mas não reluzia nem de perto tão forte quanto o olho mágico no centro – Eu sou Amon – Ele ergueu uma mão na direção do prisioneiro – E aquele é Morte.


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Joker, Asgard, Myra

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O arremesso vertical cortou a sala e alcançou a nuca do gigante com precisão. Um segundo depois a bomba ativou o mecanismo e explodiu. A chama tinha consumido parte da carne do carrasco, deixando expostos os músculos cinzentos do pescoço, uma mistura de pus e sangue jorrou pela sala, mas os pinos que atravessavam os nervos se mantiveram no local, imóveis. Ele urrou alguma coisa e se virou de imediato, as mãos tentaram tapar o buraco na carne mas serviu apenas para causar mais dor.

Assim que ele viu Joker a criatura tentou retomar uma postura de combate, mas o mago era simplesmente mais rápido que ele, os movimentos ágeis o levaram para o outro lado do inimigo, disparando as cartas pelo ar com maestria.

Elas se encaixaram sobre o corpo dele e a grande maioria não fez qualquer efeito, como se não existisse qualquer corrente mágica no corpo da criatura. Exceto por uma carta. Uma delas encostou os metais em tubo que desciam as costas do carrasco e absorveu alguma magia. Ele parou nesse momento, paralisado como se fosse desligado.

Os outros avançaram de imediato, Deuce mirou o joelho da criatura com uma adaga que tinha achado em algum lugar, e depois rolou para a direita e tomou lado ao seu capitão, Trey aproveitou o mesmo momento para mirar o outro joelho. Jack havia escolhido algo mais específico e com sua espada quase cega acertou um dos pinos no ombro do carrasco.

Houve um breve momento de silêncio, até que Conquista corresse a sala brandindo a lâmina que tinha em mãos e fincando a arma através do abdômen do demônio. Ele impulsionou sua força, erguendo-o na lâmina poucos centímetros acima do chão e depois lançando pela sala, fazendo com que o sangue lavasse o piso.

Conquista respirou fundo e Myra e Joker atravessaram a sala com tranquilidade – Ainda não – Disse o cavaleiro. O monstro começou a se retorcer no chão, como se tivesse uma espécie de convulsão e os músculos se moviam de forma estranha por debaixo da pele, até que ele parou. E lentamente começou a se erguer.

O carrasco pôs ambas as mãos sobre o punho da espada fincada em si e sem qualquer pressa tirou-a, lançando a arma através do chão. Ela tintilou e escorregou para um canto.

- Eu acabo com ele e encontro vocês no topo – Prometeu Conquista e eles entenderam que não era uma opção ficar ali. Minutos depois enquanto os guardiões subiam as escadas através do corredor eles sentiram uma pressão energética na atmosfera. Uma sensação familiar.

Era fácil se esgueirar por detrás dos demônios da torre. Eles eram estúpidos e não esperavam que qualquer um fosse capaz de alcançar o olho de Amon, isso facilitava tudo. Só precisavam esperar que passassem ou cortar a garganta da próxima criatura e manda-la de volta para o inferno antes que ele avisasse os companheiros. Quando finalmente os seis alcançaram uma sala que não fosse simplesmente andar e subir as pernas já estavam cansadas.

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A primeira coisa que notaram quando entraram na sala foi a luz azul que irradiava no topo, e depois notaram que estavam numa espécie de abismo que se estendia para cima e para baixo. Não estavam tão longe assim do topo agora, mas ainda sim, era um longo caminho a percorrer. Uma corrente gigantesca se erguia entre o topo e o fundo, passando por pequenas pontes que ligavam aos andares da torre. Ali a quantidade de pessoas demônios era maior. Podiam ouvi-los trabalhando alguns andares acima, berrando ordens uns para os outros.

Joker ouviu algo em seus bolsos, uma estranha interferência mágica em suas cartas. E descobriu a origem. Uma das cartas de comunicação que tinha estalava, como se tentasse estabelecer uma conexão à algo. Quando finalmente conseguiu as palavras soaram para todos ali.

“ Capitão ? “ Era simplesmente terrível de entender o que estavam tentando dizer do outro lado, era uma ligação forçada. “ Capitão... ------ -- topo. Só existe -- --- de chegar onde ------: A corrente. Ela é usada como uma espécie de elevador pelos demônios e leva direto para os cômodos de ----. Estamos lá. Mas é preciso que alguém opere a corrente para que ela suba. A roda operacional se encontra na base da ponte “

De fato uma espécie de leme junta a pequenos mecanismos existia aos pés da corrente, era preciso girar o objeto até que a corrente subisse ao topo. Alguém tinha que ficar para trás." />" />

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Death is Coming for Everyone and Everything... A Darkness that Will Swallow the Dawn
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