Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Phyress em Sex Jan 22, 2016 1:57 am


A energia em sua mão começou a fluir mais rápido do que Aemy esperava, ela tentou realizar o disparo antes que a energia fosse absurda demais, mas sua tática não havia funcionado. A rajada de energia fora mais forte que o esperado e atingiu tudo antes que ela pudesse evitar.

-
Thomas...! – a voz rouca mal pode ser escutada – Não...

Sentiu pavor e seu coração se apertou com a possibilidade de Thomas estar morto por causa daquele ataque. Mas antes que pudesse procurá-lo ou ver o resultado de seu ataque, sentiu seu corpo ceder e ela foi incapaz de voar, o abismo abaixo de si pareceu se aproximar e ela girou o corpo, mas não havia nada onde se agarrar. O céu vermelho se tornava mais distante...

“Eu sinto muito... Alsdram...” pensou enquanto tudo se tornava escuro.

O tempo em que tudo permaneceu escuro não foi longo e Aemy despertou com o som de uma risada incomoda. Talvez um sonho? Mas ao abrir seus olhos notou que aquilo era a realidade... Uma criatura a segurava em seus braços; mesmo com a forma humanoide, os chifres e as asas repugnantes, além da cor da pele bizarra, deixavam gritante o que ele era.

Os olhos da pequena se arregalaram e a encolheu os braços para perto de seu peito, apertando a esfera na palma de sua mão com força e biki em seus braços. Tinha certeza que estava branca, não, de que estava morta. A boca se abriu para gritar por ajuda, mas o medo deixava seu corpo paralisado e a pequena quase não respirava. Sentiu os olhos marejarem. Morreria. Iria morrer ali, nas mãos daquela criatura. Asldram estava errado afinal, ela era fraca, não conseguiria impedir nada.


“Deixe comigo.” a voz de Biki soou novamente em sua mente ao mesmo tempo em que ela ficava sonolenta e perdia a consciência novamente.

.
.
.


E, mais uma vez, seria necessário intervir. A princípio apenas os olhos de Aemy se abriram, sem nenhum movimento brusco; mas Castiel sabia que não levaria muito tempo para que Mah’A notasse sua presença. Os olhos dele correram para o lado, observando brevemente o que acontecia... Thomas Darwishi, o outro profeta, também estava ali. E mais um... Não, dois intrusos.

Crowley e Mah’A eram inimigos. Mas e a garota que emanava a mesma energia que eles? Parecia falar com Thomas... Bem, aquilo não importava. O jovem profeta parecia perfeitamente capaz de lutar e os outros, para Castiel, eram descartáveis; perdas aceitáveis em troca da segurança da garota.

Castiel precisava começar tirando aquele ser inferior de si antes. Apertou a esfera contra seu peito e, com exceção do local onde o objeto estava, seu corpo brilhou e expeliu energia para todos os lados. Não se preocupou com o urso em seus braços, sabia que ele ficaria bem.

Esperava que seu golpe repelisse Mah’A definitivamente, mas, no instante em que o contato físico dos dois fosse quebrado, Castiel traria suas asas de volta para se afastar e tomar uma distância mais segura do demônio antes de atacá-lo novamente. Caso Crowley ou Mah’A viessem em sua direção, lançaria rajadas de energia neles para destruí-los antes que se aproximassem. Tentaria manter a luta a distância para que o da garota não corresse riscos.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Asgard em Sex Jan 22, 2016 2:09 am

- huuum... Mais um deus....

(mente)

Interessante estar presente em dois lugares e sendo um deles minha própria cabeça. Avistar Loki flutuando por ali de inicio era um choque, mas as coisas estavam fluindo tão rápido que não durava tempo o suficiente. Minha noção sobre as coisas estava sendo modificado e meu discernimento estava começando a ficar abrangente demais.

- Sei que tudo que acabe de pensar agora você pode saber e acho que está começando a compreender e chegar em um pensamento onde havia escondido de você.... - O observava para ver se realmente havia entendido ou se iria deixar eu continuar a falar, o que estava sendo a opção avistada. - Minha presença aqui deve querer dizer alguma coisa, e sua frase deve ser a resposta. A pergunta que faço é, o que irá acontecer conosco?

(mundo físico)

- Não sei se devo confiar novamente em um deus... Essa guerra esta se tornando uma dor de cabeça para os que se encontrão no meio, no caso nos humanos. - Uma pequena fúria surgia apos a reflexão de tais fatos, mas seus possíveis aliados estavam em uma grande e tenebroso conflito com o surgimento de um demônio tão grande e poderoso quanto aquele, sem contar o exército a cada instante se aproximando. Os laços pelo qual sabia que ainda existia fala por mim, fazendo com que balançasse a cabeça agache e pegasse a espada para ajudar Belphegor.

- Só espero que eu tenha um retorno alem da ajuda de meus amigos, pois essa conversa ainda não acabou. - Cara fechada e tenebrosa, ergo a espada e a finco nele, quase como se estivesse matando um inimigo: sem dó nem piedade.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Gregar em Ter Jan 26, 2016 11:57 pm


Ace Number

Do you even know what magic means?





Observava com frieza aquela forma gigante e grotesca. Era muito maior do que esperava a distância, grande o bastante para pensar que seria impossível derruba-lo. Afinal era com um balançar de braços que ele fazia com que pilhas de entulho se amontoassem por cima de Blake, um passo em falso e seria o fim de minha própria vida. Nada conseguiria além de morte em campo, começava a me perguntar se realmente deveria enfrentar algo daquele tamanho. A situação parecia tão desesperadora que lutar fazia com que sentisse como se estivesse apenas me debatendo, tentando afastar o inevitável. Como lutaria contra aquilo? Quais as palavras que poderia usar para responder ao demônio, que claramente estava preocupado com nossa sobrevivência?

- Naturalmente.

Cerrava os punhos em minha resolução. O demônio de Myra era tão afiado quando preciso em sua afirmação. Não sabia o que realmente acontecia na torre, nem o porquê ela era preciosa, mas apenas ter um demônio a desejando já me daria mais do que motivos o bastante para derruba-lo. Corria direto contra a criatura, passando por qualquer coisa que pudesse estar a minha frente como se nem ao menos as percebesse. Não precisaria me preocupar com nada enquanto aquilo não estivesse no chão, e para derruba-lo tinha uma ideia perfeita. Avançaria para contra seus pés, me aproximaria o bastante e ficaria a sua frente, continuaria a corrida. Apenas quando próximo a ele invocaria o poder do Eremita, as duplas de cartas que se repeliam. Dúvida. O que aconteceria se enquanto você pisasse no solo, alguma coisa forçasse seu pé de apoio contra o céu? Correria e cobriria a sola do pé da criatura juntamente do próprio chão onde ele pisaria, criando nada além de uma camada que tentava repelir a criatura para que ela caísse bem longe da torre. No pior cenário ainda contaria com minhas cartas do Julgamento, para ataca-lo enquanto me movia. Era a melhor ideia que poderia ter.


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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por A Morte em Qui Mar 24, 2016 6:00 pm

Joker e Blake


A velocidade de Joker era alta o suficiente para permitir que ele se mantesse a frente do pé do demônio gigante, em quanto corria o cenário se desfazia à sua volta, todo tipo de construção se desmontando ao seu lado, casas e quartéis quebrando aos milhares de pedaços e sendo lançadas contra ele, sentia a estrutura de seu corpo tremer toda vez que o pé do demônio encontrava o chão e quase caiu uma vez, mas o guardião era perspicaz. Assim que as cartas do Eremita foram lançadas elas voaram com uma força incrível e por um triz não se perderam de seu objetivo. Quando a sola do pé monstroso partiu em busca de apoio ele fora repelido mas isso não impediu que ele avançasse, a magia emitida pelas cartas não haviam sido o suficiente para repelir tanto peso, e o pé dele alcançou o chão permitindo que o demônio continuasse caminho. Mas algo eventualmente o parou. Os olhos do tenente captaram apenas o rastro vermelho no ar sendo deixado para trás por algo que atravessou a perna da criatura e  em seguida o gigante se apoiou numa torre que se desmontou sobre as ruas da cidade assim que ele encostou nela, fazendo ele cair de joelhos e logo tentar se levantar.

Joker viu o sangue jorrar da perna do demônio e se espalhar pela cidade como chuva, e logo abaixo dele estava o que restava do que um dia havia sido seu companheiro.


O sangue de Blake escorria pelas costas, o rosto pintado em vermelho ostentando dois chifres e por um momento ele podia jurar que viu o rosto dele transparecer os ossos de seu rosto, o semblante demôníaco de Blake fazia com que ele fosse quase irreconhecível, os braços deixavam o ar envolta deles trêmulo e a fumaça saia constante deles, haviam até mesmo mudado de formato, ombreiras demôniacas se desenhavam misteriosamente. Blake era agora um completo demônio, envolto de fumaça e sangue. Ele girou mais uma vez a foice envolta de si acertando o calcanhar da criatura que urrou, o chão tremeu, algumas casas desmontaram e os ouvidos dos guardiões quase se perderam.

Então o ser absurdamente gigante caiu sobre ele com um soco, impondo toda a sua força. mas com um passo automático Blake esquivou e caiu na frente de Joker. E uma pressão energética caiu sobre o tenente quase jogando-o ao chão mas assim que recobrou o equilíbrio ele viu a si mesmo de pé. Na sua frente. Uma projeção de si próprio dessa vez limpo, humano - Você me reduz a isso?... Não... Você NOS reduz a isso, você tem medo de si próprio? isso é patético, esse colar que você usa me enoja - Ele apontou para o presente de Turechi - Me conter não adianta, eu sempre estarei aqui - E ele avançou contra Joker estendendo sua mão, pronto para socá-lo mas desapareceu assim que o alcançou, e o colar no peito de Joker brilhou. Então uma espécie de gosma amarela e nojenta saiu da abertura do gigante em forma pontiaguda e se espalhou pelo ar como um líquido em gravidade zero, a gosma avançou contra Blake mais rápido do que ele podia reagir e Joker saltou à frente dele com uma velocidade inimaginável, com um comando vindo do simples pensar as cartas mágicas saltaram de trás de si formando uma enorme parede de cartas à sua frente, o impacto fora recebido e repelido, então a gosma se desfez e caiu no chão.

E os dois guardiões cairam ao chão também, mais uma vez. O soco do demônio gigante fez toda a estrutura da Atalaia vacilar. Viram as pedras do piso abaixo de si saltarem. E derepente duas casas que mais pareciam mansões desmoronaram em cima de Joker e Blake, o manto de Joker se ativou quase que automaticamente e as cartas metálicas se soltaram e se lançaram partindo de um comando mental automático, obliteraram pelo menos metade dos destroços que vinham na sua direção, ele rapidamente sacou a lâmina em mãos partindo todos o concreto que caia sobre si como uma chuva, o metal da espada gritava em resposta a colisão, em quanto isso à sua esquerda Blake girava a foice em movimentos circulares infinitos que impediam que ele fosse encostado.

Quando acabou eles estavam envoltos de sangue, gosma, pedra, poeira, concreto e metal retorcidos mas um círculo em volta dos guardiões se mantinha intacto. Nada havia encostado neles. Joker se sentiu infinito naquele momento, a velocidade de resposta de sua mente era absurda. Então a fusão nojenta e gigante se virou para eles, afastando-se com a perna que estava sangrando agora coberta por uma espécie de cristal amarelo, o mesmo material que havia atacado eles, o demônio gigante tomou distância. Eles haviam conseguido a atenção dele, e ele se pôs em postura de corrida. E partiu, na direção dos dois guardiões, cada passo fazia o sangue deles vibrar, cada passo o cheiro de morte aumentava.





Thomas, Aemy, Myra


Tudo aconteceu muito rápido, Thomas se pôs em corrida e a batalha tornou-se indinstiguível para quem estava do lado de fora. O clarão branco preencheu a ponte toda deixando todos cegos por alguns segundos e os últimos acontecimentos antes de tudo desabar foram Aemy se soltando de Mah'A na sincronia perfeita para que o ataque de Thomas cortasse a cabeça do príncipe demônio, indefeso pela magia do anjo. Mas tudo falhou no instante em que a lâmina do capitão do esquadrão encontrou o escudo.


O aço se chocou contra uma barreira que mais parecia um líquido cinzento e Thomas foi nuclear. A armadura saltou de seu corpo como que em um processo automático antes de pulverizar tudo à sua volta, os encaixes se soltaram de seu corpo e flutuaram para trás e pros lados brilhando mais forte do que a luz que Aemy emitiu, e causando dano para todos os lados.

Um acontecimento desastroso procedeu o outro. Assim que a estrutura da ponte foi destruida Aemy já flutuava no céu, a atalaia inteira tremeu, era como se estivessem em cima de um local prestes a ruir inteiramente por um terremoto, um dos pilares da ponte se quebrou no meio e o local começou a cair. Thomas caiu no chão com sangue saindo de seu nariz, ouvidos, olhos e boca, além da dor de cabeça absurda que sentia.

Myra conseguiu ver tudo claramente, mas por mais incrível que parecesse ela não fora afetada. Nada encostou nela, nem os destroços que voaram com a explosão de Thomas nem a luz sagrada que fora na sua direção mas que assim que se aproximavam simplesmente desapareciam. Crowley foi lançado para trás no impacto de explosão, mas rapidamente se levantou e ergueu a mão controlando a energia em volta de si e impedindo que ela o ferisse, mas a ponte começou a afundar sobre os pés de todos ali. Ouviram o ranger metálico e estridente de aço retorcendo sobre aço e sentiram o primeiro tranco que os desequilibrou, uma rachadura se desenhou no concreto e se estendeu para todos os lados.

A defesa de Mah'A instantânea e rígida se desfez e por um momento ele esteve vulnerável, mas Thomas estava caído no chão, assim como os outros. E a ponte se inclinou drasticamente para a direita e todos nela começaram a ser levados para o abismo. Thomas tinha de se segurar na ponte de alguma forma, ou cairia na escuridão, e tinha de pensar nisso rápido em quanto o corpo rolava para a morte. Myra rolou para o chão mas a guardiã pensou rápido. Ela se pôs de pé mesmo com a ponte inclinando e correu sobre ela em quanto o chão inclinava abaixo de si, cada vez mais rente e Myra cada vez mais rápida, então saltou e alcançou o lado oposto da ponte, a parte que tinha subido em quanto a estrutura inclinava. Crowley estava lá também, tinha sido tão rápido que Myra não havia o visto chegar ali em cima, ele não disse nada, apenas andou de um lado para o outro como se estivesse pensando, e então sorriu misteriosamente - Eu tenho um plano- Concluiu. Mah'Aestava grudado ao concreto como uma aranha, os pés e mãos em formato de garra fincandos no chão vertical profundamente, mas ele se manteve imóvel, e Thomas viu uma camada de pele branca se estender pelo seu rosto, algum tipo de armadúra que se adaptou a ele tornando-se invisível, ele deu um passo a frente, encaixando os pés e mãos no chão em quanto avançava na direção de Thomas - IRMÃO! - Gritou Crowley, distraindo-o então olhou para Myra - Vá ajudar seu amiguinho, eu te cubro.


Em quanto isso Aemy flutuava no ar, a situação ocorria abaixo de si e Castiel viu que a chance de vitória estava ao alcance com um movimento simples, apenas mais uma rajada de energia faria a ponte desabar completamente levando todos eles a se tornarem apenas poeira. Mas assim que ergueu a mão para finalizar os dois príncipes demôníacos Castiel viu Mah'A muito próximo de Thomas. Se explodisse a ponte o profeta correria risco de vida, não podia matá-lo, e para piorar a situação Mah'A se aproximava dele. Tinha de ajudá-lo de alguma forma. Antes que pudesse agir sentiu uma pontada na sua cabeça e reconheceu o alinhar de pensamento de anjos, a antiga comunicação que usavam. E uma única palavra ressou em sua mente " Fortaleza ... Agares " E então o pensamento se alinhou com algum totalmente diferente e captou a presença de algo parecido com um anjo, e um nome ecoou " Belphegor " Conseguia sentir a presença dele e saber exatamente onde estava.

Spoiler:





Asgard

( Mundo Físico )

A espada atravessou nele com força, mas não jorrou sangue. E por um momento passou pela cabeça de Asgard de que ele havia o matado, mas o pensamento desapareceu quando a lâmina fincada nele sumiu, desparecendo no ar gradativamente e o corte em seu peito brilhou intensamente e se fechou, e em alguns segundos ele se pôs de pé, bateu as mãos contra as roupas para se limpar e abriu um sorriso. Os cabelos loiros do suposto anjo cairam sobre seu rosto e uma coroa de prata se materializou sobre sua cabeça, ostentando rubis e safiras encaixadas precisamente. - O que é você? ... Um deus? Achei que todos haviam sido destruídos nas antigas guerras - Ele rondou Asgard por alguns segundos - Não. És parte humano... Semi-Deus? - Belphegor levou a mão ao guardião esperando um aperto. Ele deu um salto e parou em cima da pedra que antes usava como cobertura e se esticou, como se tivesse acabado de sair de um longo sono - É hora de cumprir minha promessa - Belphegor tirou ergueu a mão no ar e um objeto circular se materializou, uma espécie de esfera mecânica com uma centena de botões - Isso é um destorcedor de partículas - Ele sorriu confiante - Eu mesmo o criei. Assim que eu o ativar parte da dimensão daqui até a atalaia vai se distorcer permitindo que você atravesse o caminho sem ter que lutar contra os demônios, só que eu só consigo segurar isso por um minuto, se você não atravessar em um minuto a dimensão volta ao normal e todos dentro dela se perdem - Ele parecia se divertir com a ideia de que era um jogo de sorte - Você vai precisar correr o mais rápido que puder, por que se o destorcedor parar de funcionar você vai se perder em alguma outra dimensão, e talvez não consiga sair de lá - Ele parou de falar por um tempo e com uma das mãos apontou para o braço feito de energia de Asgard - Com isso você vai saber quanto tempo resta - E uma manopla se materializou nele, com uma cabeça de demônio feita de pedra embutida, era minúscula mas parecia apresentar vida - Quando estiver pronto - Ele abriu os braços.


( Mundo Irreal )


- Isso depende. De sua vontade ... No fim, tudo dependerá de sua vontade - Ele flutuou para o ar, deixando o bloco que estava em cima para trás - Ele olhou em volta para os grandes vidros que os cercavam, como uma cúpula, cada um reluzindo uma imagem de Asgard em seu mundo real, algumas mostravam a imagem que via através de seus olhos outros mostravam-no como se fosse visto a partir de cima, eram milhares de janelas que levavam à um mesmo lugar - Imagine se a mente humana tivesse a capacidade de usar totalmente sua capacidade? Cada porta trancada aberta, cada segredo revelado ... Cada poder descoberto - Ele se virou para Asgard - Incrível, não? - E as janelas que os cercavam desde o chão até o céu sumiram deixando apenas o cenário cinzento e sem graça de antes - Cada bloco - Ele ergueu a mão aberta em uma direção qualquer e uma caixa cinzenta veio até ele na velocidade de uma bala, parando a alguns centímetros de seu braço - Cada bloco que compõe esse mundo é um segredo em sua mente. Uma porcentagem de todo o poder que você pode liberar, mas vai precisar mais do que vontade para isso - O Bloco tomou a forma de Asgard, idêntico a ele, como um exato clone. - Esse é seu sub-consciente, e como o de todo ser vivo ele não quer que você alcance o poder total, se quisê-lo terá de derrotar a si mesmo, não uma mas centenas de vezes.



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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Asgard em Seg Mar 28, 2016 7:15 pm

(mundo Físico)

A vontade só estava diminuindo cada vez mais de ficar ali e ter salvado Belphegor de sua agonia próximo a morte. Enquanto ele ia explicando seu brinquedo e poderes, meu pensamento só estava na espada que tive que desperdiçar para ter que salva-lo. Sacrificar uma espada daquela em meio a uma guerra.... Só fazia aumentar a chance de mata-lo para ver se recuperava, ja que sua proposta não era nada animadora: um caminho "seguro" até a atalaia. E ainda parecia que ele estava se divertindo com aquilo... Queria me divertir também, com meu punho enterrado a sua face.

- Você só deve ta brincando comigo.... Alem do caminho, o que mais tem a oferecer? Porque sua vida não deve servir só pra isso. Desperdicei uma boa arma para te salvar. - expressão de indignação - Mais algo a oferecer ou vem comigo?


(mundo Irreal)

As coisas eram mais fascinantes naquele mundo, poder ver outras vidas, ângulos diferentes de vistas ao quais nem poderia imaginar até voltar ao cenário cinzento. Parecia um sugador de esperanças, mas eu já não estava tendo muitas mesmo. Mas toda aquela conversa sobre ficar mais forte, Loki havia vasculhado bastante de minha mente para saber uma das coisas que eu acabo procurando com mais vigor. Pondo fim a conversa, ver meu sub-consciente a minha frente era algo bizarro, pois eu ja lutava contra ele de outra forma, acho que sempre perdia, ou pelo menos achava que lutava. Aquela talvez seria minha primeira luta seria em busca de um novo poder.

- De sub para consciente... Não sei o que achar sobre isso ou de você. - Dando três passos para traz - Mas suas palavras certamente me deixaram intrigado o quanto eu posso descobrir da minha própria força. - Posicionando para lutar contra meu clone.

Não sabia o quanto Loki havia vasculhado, mas esperava que o mesmo não tivesse chegado no ponto onde estava escondendo dele, pois ele ainda tem fé de ajudar meus aliados.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Phyress em Ter Mar 29, 2016 4:53 pm


Com a explosão repentina, Castiel se afastou daquele ambiente para preservar a profeta. E foi então notou as coisas já não iam tão bem. A ponte estava destruída e cedia aos poucos, aparentemente levaria os que estavam em cima dela junto de si... Ao menos aqueles incapazes de voar e Thomas era um deles.

Ouviu aquela interferência em sua mente... Fortaleza? Agares? Não entendia bem o que a segunda palavra significava, mas o que quer que fosse, teria de esperar. O traidor também teria sua punição, mas Castiel tinha que fazer uma coisa de cada vez e agora seu foco estava naquele combate.

Estreitou os olhos, transbordando desprezo, conforme viu Mah’A se mover como um inseto asqueroso. Bem, combinava com ele de qualquer modo. E Crowley também se movia... Atacaria Thomas? Talvez devesse fazer o possível para resgatar o outro profeta, mas... Aquilo era um dilema. Bem diante de seus olhos estava a chance de eliminar os dois príncipes de uma vez por todas.

No fundo não queria que Thomas acabasse morrendo, esperava que talvez ele fosse ágil o suficiente para escapar vivo e razoavelmente inteiro para que Castiel pudesse consertá-lo como da outra vez. Mas, caso ele não fosse rápido... Dois príncipes por um profeta era um preço aceitável, era algo que já poderia ocorrer de qualquer modo durante aquela guerra e ao menos Aemy estaria intacta. Eliminar aqueles dois seria um golpe de peso contra os demônios.


“Essa é a melhor escolha.”

Castiel estendeu a mão na direção da ponte e permitiu que sua energia fluísse dali, preparado para disparar uma rajada grande e poderosa com o objetivo de desintegrar todos os que estavam a sua frente.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Aehoo em Qua Mar 30, 2016 11:48 pm

Derrota. Era só o que conseguia pensar naquele momento. Thomas não conseguia compreender o que tinha dado errado, mas alguma coisa não saiu conforme o esperado. Não compreendia o poder da armadura e talvez ela tivesse recebido mais poder do que poderia suportar, uma vez que tinha se desintegrado e se separado de seu corpo. Sentia o gosto da derrota junto ao gosto de sangue que escorria de sua boca. Seu estado era simplesmente deplorável e cair de joelhos contra Ma’Ha era mais humilhante ainda. Aquilo, contudo, não era o pior.

Por algum motivo não sentia frio. Deveria sentir com aquele ambiente ao seu redor, mas não era isso que o garoto sentia naquele momento. Talvez o sangue que escorria pelo seu corpo o estivesse aquecendo, lhe preparando para uma viagem sem volta. Ouvia sons distantes, seus olhos estavam tomados pelo vermelho e Darwishi estava desolado e destruído. Tentou se por de pé, mas caiu novamente ao sentir que a ponta onde estava começara a cair na direção do abismo. Sua vontade era sair correndo dali, tentar chegar aos seus amigos e resolver os problemas dentro da citadel, mas ele não tinha forças para isso. Estava fraco demais.

Tossiu algumas vezes fazendo o chão se borrar de vermelho e sentia cada vez mais e mais o peso da ponte cedendo para a eterna escuridão. Ergueu a mão com dificuldade para poder limpar os olhos e poder compreender melhor a situação que se desenrolava na sua frente e a primeira coisa que viu foi Ma’Ha. O demônio ainda continuava vivo e parecia não ter sofrido nenhum dano e isso deixava Thomas com raiva de si mesmo, por ter sido tão incompetente. Talvez o resto das pessoas estivesse atrás de si, mas ele não tinha forçar para se virar e conferir. Ele conseguiu ver o relance apenas de uma pessoa.

Aemy

A garota estava planando, então Darwishi podia ver pequenos traços. Não tinha certeza, mas algo familiar lhe indicava que era ela. E dali mesmo, Darwishi sentiu emanar uma grande onda de poder. Lembrou-se do primeiro ataque à ponte. Lembrou-se do que aquele poder era capaz de fazer e num breve momento de coragem e autodeterminação, Thomas decidiu que cumpriria a promessa que fizera aos seus soldados: nenhuma força do mal passaria por aqueles portões. Seus olhos brilharam por apenas alguns segundos com um grito de determinação e fúria, se jogou contra Ma’Ha numa última tentativa de imobilizá-lo tempo suficiente para o ataque de Aemy.

Sabia que ele estaria na trajetória do ataque. Sabia que não tinha armadura para absorver o dano.

Sabia que sua missão tinha chegado ao fim. Eles tinham que vencer.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Gregar em Qui Mar 31, 2016 12:27 am


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Do you even know what magic means?





Sentia como se o tempo estivesse congelado, como quando se está completamente focado em um truque de mágica, com todo o mundo a seu redor embaçando e parecendo não existir. Meu foco era diferente. Tinha aquela criatura grotesca próxima a mim, perto o bastante para sentir a podridão do odor de sua carne, para ter os ossos vibrando a cada passada que aquele ser tomava, estava perto para conseguir atirar as cartas próximas a ele, mas estava longe da força necessária para poder derruba-lo. Tudo desmoronava a frente daquele caminhante, qualquer coisa que fizesse parecia completamente inútil. Mas não caminhava sozinho.

Arfava, cansado pela corrida e impotente ao ver a criatura desfazer com força meu feitiço. Então ele chegava! Uma forma escarlate que cortava o céu com uma lamina em punho, uma lamina que era cravada no próprio gigante, o cortava e derrubava sobre o peso de suas pernas. Sangue esguichava de suas pernas como chuva, seria aquela nossa salvação, mas quem era aquela figura? Deixava a curiosidade me tomar o controle enquanto aos poucos a figura me fazia sentido, se não conhecesse a similaridade anterior em seus braços, não poderia chamar aquele homem de Blake. O homem que assim como eu também tinha sangue de demônio.

Tomava aquilo como uma brincadeira do destino a nossa volta. Sempre havia negado o sangue ruim que julgava ter em minhas veias, mas nesse instante era salvo por alguém que o abraçava, uma pessoa que jogara fora sua humanidade por um bem maior. Julgava-me capaz de reproduzir um ato tão nobre? Não poderia dizer com convicção que o faria, percebia isso no exato instante que Blake se aproximava em meio aos urros e poeira. Ver a si próprio enquanto se amaldiçoa não é em nada uma tarefa simples. Ver uma imagem tão igual a mim me acusando era muito mais aterrorizante do que a criatura ferida. Sabia a verdade oculta naquelas palavras, assim como sabia que todos temiam, mas o que temia realmente? Tornar-me algo além de um humano ou esquecer-me do significado de ser humano? Ver aquela criatura sendo desfeita a minha frente deixava algo claro em minha mente.

Ainda tinha algo que precisava fazer como humano.

Não deixava o corpo pensar. Já estava a frente de Blake enquanto lutava antes de perceber. Aquela gosma me preocupava, mas os pedregulhos que voavam em nós eram de maior perigo, faziam com que cortasse e girasse a lamina de um lado ao outro, cada golpe sutil e preciso. Éramos ambos pegos naquela maldita massa de destroços enquanto a figura se elevava a nossa frente. Seu avanço realmente havia sido parado, mas agora tínhamos sua atenção completamente para nós, se algo tivesse de ser feito, teria de fazer nesse exato instante. Fechava os olhos, mentalizava uma estratégia e então dava um passo a frente de Blake.


- Sem suas pernas ele não irá a lugar algo. Servirei de isca para que consiga derruba-lo novamente.

Há uma coisa sempre comum em qualquer baralho que se preze. Uma carta única que tem o poder de virar o jogo em um único momento. Uma carta coringa. Se dependesse de mim, os baralhos teriam muito mais que apenas uma carta dessas. Justamente essas cartas são responsáveis por destruir o equilíbrio dos jogos, por tornar o que parecia impossível palpável. A partir deste momento me tornaria o coringa que garantiria que Blake conseguisse dar seu golpe final.

Em frenesi começava a correr contra a criatura, apenas por um instante eu me mantinha no chão, no seguinte deixava um plano louco tomar conta da situação. Pegada após pegada, criava carta após carta as usando de plataformas, como que uma escadaria que usava para pular e avançar para o alto, direto contra a cabeça da grande criatura. Em uma mão teria a espada em riste, abaixo dos pés uma torrente de cartas que acumularia em cada passada. Estava calmo e satisfeito com a ideia, com a possibilidade de poder usar as cartas para me empurrar ou saltar para longe de uma mão ou qualquer outro aquela que pudesse sofrer, mas não serviria se apenas esquivasse, tinha de ser tão direto quanto possível. Voaria direto contra a face da criatura, buscando cravar a lamina entre seus olhos, para só então ser seguido pelo restante das cartas contra sua face e ao meu redor.


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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Frist em Qui Mar 31, 2016 1:41 am


Essa sensação de liberdade, esse furor que percorre meu corpo, todo esse... poder. Isso não era novidade para mim, mas ao mesmo tempo que ficava em êxtase com ele, eu era tomado pelo medo, eu sabia que quando chegava a esse ponto, era cada vez mais difícil de voltar e por isso eu lutava, não só contra aquele demônio colossal, mas contra mim mesmo e meu lado demônio que não para até não haver mais vida a seu redor. Sentia minha lâmina atravessando aquela carne pútrida, o sangue voando sobre mim e o grito de dor soando como músicas em meus ouvidos, entorpecido pelo calor, pelo poder, pelo tempo que parecia saltitar mais devagar e pela agonia de meu inimigo, não me dei ao luxo de para, deixaria aquela foice maldita provar ainda mais de sua carne e mais uma vez retalhei o membro gigantesco daquele demônio que se mostrava feroz com o punho descendo do céu para meu encontro, sísmico poderia dizer que foi aquele impacto, mas meu espírito agora era inabalável, era como se estivesse em volto a chamas negras, mas que ao invés de me queimarem eram agradáveis como o toque de seda, como o toque de veludo, eu queria mais, eu precisava de mais.

Eu posso jurar de pés juntos, que naquele momento eu não havia notado um companheiro perto de mim, muito menos havia notado alguém ali, estava focado da grotesca coisa que devia aniquilar primeiro, mas quando parecia que iria levar uma pancada  e tanto, a sombra de Joker avançou a minha frente e repeliu aquilo, o chão parecia ceder e escombros de casas ali voavam contra nós, minha lâmina parecia dançar em círculos a minha frente, quase como que por vontade própria, sentia uma ligação ainda maior entre aquela arme e eu, nesse estado atual. Quando tudo cessou, eu focava novamente na criatura, até ouvir uma voz, ou algo parecido com isso, não conseguia discernir direito o que dizia, mas ao fitar aquele homem a meu lado, pude absorver o que ele pretendia, por enquanto ele eu não precisaria ceifar, era a hora do gigante e da forma que consegui o respondi - Aaaaargh! - Era o som polissômico que conseguia exalar abrindo a boca de maneira que não conseguiria como humano em uma espécie de sorriso macabro.

Me preparava já voltando a flexionar as pernas, apertava mais e mais o cabo da enorme foice, o fluxo de poder em mim transbordava, a fumaça chegava a apitar por alguns momentos em torno do metal que chegava a ficar rubro incandescente em alguns pontos, sentia como se fossem brasas. O homem avançou, parecia poder pisar em pleno ar enquanto subia e subia na direção daquilo, esperei atônito pelo momento certo, observava o monstro com meus olhos diferentes agora, enxergava-o e esperava por sua atenção sair de mim, por um segundo que o fosse. E nesse segundo, senti que a pressão que fazia contra o chão empurrasse o lugar a se mover e não eu, mas eu que avançava com sede de sangue, com fome de morte, o ar parecia fugir de meu encontro enquanto a distância entre eu e o colosso diminuía e então eu saltava, tomava impulso e já projetava a lâmina a meu lado de forma que seu corte veio de baixo para cima tentando cravar o mais fundo que podia em sua carne, fundo suficiente para que eu pudesse me apoiar em seu cabo com as mãos e com os pés no próprio corpo inimigo, tentava infligir  esse dano em sua barriga e foi nesse momento que me perdi em torpor, ali posso lhe dizer com certeza que por um momento me senti um com a foice e com aquele turbilhão demoníaco dento de meu peito, era como se fosse explodir e meu corpo respondia aquilo mexendo e berrando. - OOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAARG! HAHAHAHAHAHAHA! - Era o que rugia em frenesi, enquanto escalava o monstro por pura força bruta das pernas e brandia minha arma comigo, puxando seu fio e fazendo com que o dano se estendesse até onde conseguisse, a sensação de estar fatiando aquilo era viciante e não pararia até que me satisfizesse vendo seu corpo se desfazer, rumava do ponto onde comecei na direção de sua cabeça e em momento algum pensava em recuar, iria cortar até onde não houvesse mais carne para separar e só então saltaria para trás e esperaria meu encontro com o solo, caindo sobre as pernas, sobre o cabo segurado por uma das mãos e sobre o punho livre cerrado... aquilo era estar vivo, nesse ponto já não entendia no por que de eu conter esse lado de pura ferocidade e poder, por que conter toda essa... vida.

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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Myra em Qui Mar 31, 2016 10:28 am

O choque da espada de Thomas no inesperado escudo, fora como uma explosão nuclear, tudo ao nosso redor começou a se partir e a desmoronar. Pude ver tudo claramente e por alguma razão, nada se aproximou de mim, imaginei ser por causa do escudo anti-magia, mas isso não explicava o porque dos destroços não me atingirem. Junto com a explosão, um dos pilares se quebrou, fazendo com que a ponte começasse a ceder, consegui ser rápida o suficiente para chegar na lateral da ponte, e aparentemente Crowley também. Procurei por todos que estavam na ponte, Aemy havia se salvado, Mah'a estava intacto, e o capitão estava deitado ensanguentado na ponte que desmoronava. Eu tinha de fazer algo, comecei a me aproximar do capitão pela parte segura da ponte, para assim, poder teleportar e salva-lo.

Foi quando percebi Crowley andando de um lado para o outro, como se estivesse pensando em algo, parei perto dele com cautela e foi neste momento que ele parou e sorriu, - Tenho um plano - não sabia se realmente podia confiar nele, mas eu não tinha escolha, era isso, ou deixar a missão fracassar. Mah'a estava se aproximando do capitão, me preparei para me teleportar e foi neste momento que Thomas se jogou contra o demônio, e com a visão periférica pude ver o raio de Aemy sendo carregado novamente.

Levei a mão ao rosto e dei um urro de raiva – Porque ele tem que ser o herói sempre? Isso me irrita.  - Crowley disse que me daria cobertura, não hesitei, me teleportei cada vez mais perto de Thomas, Me agarrei a ele e dei um impulso para trás com as pernas para tentar solta-lo de Mah'a, caso conseguisse, nos teleportaria para perto do portão, e quem sabe assim, nos salvaríamos. Neste momento pensei em Crowley e senti um pouco de pena e receio de deixa-lo lá.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Spark em Qui Mar 31, 2016 5:10 pm

Estava enfurecido, quase descontrolado. O sátiro precisava se afastar de todos aqueles demônios. O passado sussurrava em seu ouvido as coisas que haviam acontecido com ele e as coisas que ele deveria estar fazendo agora.

Não é mais humano... Aquele demônio nojento fez isso com você... Você deveria se vingar... Mate todos... Todos que encontrar por sua frente... Não pertence a lugar algum...

As voz ficava cada vez mais frequente em sua cabeça, estava sendo tentando, mas não por alguma entidade malégna maligna, e sim por si mesmo.

Aquela torre foi sua salvação, ou ao menos pensou que serie. Rapidamente subiu até o ponto mais alto a onde ainda podia ouvir os homens gritarem:

- SENHOR! DEVEMOS ABRIR? -

Não pensou duas vezes e responde:

- NÃO! NÃO! NÃO ABRAM, PROTEJAM O PEQUENO CAPITÃO! PROTEJAM MEU GRUPO!
Olhou a sua volta e pode encontrar varias armas, possivelmente aquela era uma torre de arsenal, mas também encontrou um demônio moribundo, que gritava e urrava como se estivesse em posição de fazer algo contra alguém. Um sorriso de prazer se esboçou no rosto de Spark, enquanto o mesmo girava suas laminas nas mãos e andava lentamente na direção do demônio, ao se aproximar o suficiente chutou o machado que a criatura havia pego, e então pegou algumas das granadas de agua benta, sentou-se e começou a desmonta-la.

- Agora... você vai contar para Spark tudo que está acontecendo. Esta tudo bem dizer que não vai falar nada, porque mesmo que se falar de começo, Spark vai continuar a brincar com seu novo amiguinho... até Spark se cansar vamos repetir coisas incríveis de novo... de novo... e de novo.

Ao terminar de desarmar as bombas, Spark usaria a agua benta delas para embebedar suas adagas e então usa-las para retirar toda a pele do demônio, e então quando o mesmo já não tivesse pele alguma começaria a fazer cortes rasos na pele do mesmo até que ele estivesse todo quadriculado e despejaria um pouco da agua benta sobre a cabeça do demônio e o veria sofrer.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por A Morte em Sex Abr 01, 2016 11:11 pm

Thomas, Aemy

Thomas sentiu a carne arder, os músculos pressionados e rígidos envolta de Mah'A, se desfazendo, articulações se soltando e cada partícula de seu corpo sendo apagada, naquele momento ele entendeu que o fogo de um anjo não era simplesmente destrutivo, ele deletava, extinguia a existência, e Thomas sentiu a vida se esvaíndo de seu corpo, o toque da morte era frio e pálido, e em questão de segundos ele simplesmente sumiu, mas não antes que a luz queimasse Mah'A também.

Castiel viu ambos ponte, profeta, e até príncipes desaparecerem no ar, sem deixar qualquer rastro de existência. E por um único e breve momento achou que tinha acabado. Mas então ele sentiu uma única energia que restante, Mah'A caindo no abismo. O maldito ainda estava vivo, em algum lugar na escuridão, mas todo o resto havia simplesmente sumido. O sentimento de insatisfação encheu Castiel em quanto ele sentia a aura repulgnante da cria de Lúcifer se afastar, então o barulho da queda subiu, um baque surdo que ecoou pelo subsolo da Atalaia e o som se dispersou pelo ar, junto com um urro de fúria e dor. Mas Castiel sabia que no mínimo, Mah'A estava ferido e tinha de aproveitar essa única chance.

O anjo se projetou para frente com as asas de luz e penetrou a escuridão. Em quanto descia em espiral Castiel sentiu o objeto que Aemy carregava vibrar, a esfera metálica e dourada gritava em resposta a algum tipo de energia, o dispositivo mostrou um único botão apertável, circular. Castiel alcançou o chão depois de muito tempo descendo, lá em baixo tudo era escuro como o inferno e uma luz se acendeu na mão do anjo em quanto caminhava, uma única luz no meio de uma escuridão infinta, ainda sim, o príncipe demôníaco fedia a morte e achá-lo era simplesmente fácil demais.

Caminhou por pouco tempo quando já estava lá embaixo, o chão era composto por pedras irregulares e rios lamacentos, neve molhada e uma centena de corpos putrificados, e outra centena de corpos que haviam caído ali há tanto tempo que apenas o esqueleto restava. Mah'A estava enterrado entre um mar de ossos, assim que o anjo o achou ele começou a se por de pé.

- A porcaria de um anjo ? - Ele se ergueu, alto como um verdadeiro príncipe, o sangue escorria pelo lado direito de seu corpo, onde a energia havia encostado e descia pela sua pele como um rio rubro - Achei que todos estavam finalmente mortos - Ele abriu as asas atrás de si e levantou-se no ar, erguendo uma mão na direção de Castiel exatamente como ele havia feito algum tempo atrás na ponte, preparando para lançar a energia obscura.




Myra

Os dedos de Myra tocaram a blusa de Thomas segundos antes dela poder se teleportar para fora dali, quando se preparou para voltar de onde veio ela sentiu o calor atingi-la e por alguns segundos viu os braços de Darwishi se desfazerem, cercados por luz, e o canto da sua visão tornou-se apenas branco, até que tudo o que ela visse fosse uma grande tela marfim, e sentisse o calor que tocava seu corpo. O fogo de um anjo não era nada agradável, queimava mais do que qualquer coisa que havia visto, e parecia fritar até a alma da garota. E Myra sumiu também. Quando abriu os olhos o alívio a atingiu: estava viva. Quando olhou em volta estava em um deserto, as pernas enterradas na areia que se movia em volta de si como se tivesse vida própria, o braço estava queimado, mas parecia uma forma diferente, não sangrava nada apenas ardia mais do que tudo que havia visto na vida, havia deixado uma mancha negra nele, e apesar disso, Myra notou que os seus olhos haviam voltado ao normal, ela havia voltado ao normal.

Abaixo de si, o deserto corria por si só como uma centena de cobras juntas. Myra virou-se ágil como uma gata quando ouviu o som atrás de si. Crowley veio caminhando até ela, o queixo estava borrado de sangue e aquele vermelho em contraste com a cor pálida da sua pele e as roupas brancas fazia ele parecer como um verdadeiro monstro, uma assombração ou um fantasma - Essa é Sarab - Ele abriu os braços e girou como se apresentasse o local, mas por mais que o deserto aparentasse ser escaldante, ela sentia frio - E nós não vamos sair daqui tão cedo - As costas de Crowley se retorceram e de sua pele saiu um projeto de asa, esqueletos brancos e soltos sem qualquer carne ou pluma que permitissem que ele voasse, era medonho mas de certa forma, era belo.

- Vamos - Ele caminhou pelo deserto, os pés afundando na areia conforme avançava e abaixo de si um cavalo surgiu, feito de areia, formando-se de grão por grão exatamente abaixo dele, permitindo que ele o montasse sem qualquer esforço e era algo magnífico. Ele adquiriu coloração quando tomou forma completa, uma montaria negra de batalha, vestido em armadura pesada e grande o suficiente para pelo menos três pessoas, Crowley estendeu a mão para Myra, para que ela se posicionasse atrás dele. Por mais que fosse uma decisão a ser feita naquele momento, ela se viu obrigada a aceitar a carona quando um exército de sombras que surgia no horizonte atrás deles surgiu, a primeira impressão que teve era a de que eram demônios, mas quando os observou melhor viu que se assemelhavam mais a homens do que a qualquer outra criatura - Não se deixe enganar, são espíritos malignos - Disse Crowley - Pegue esse arco ordenou apontando para a mochila de couro presa ao cavalo, abrindo-a Myra realmente encontrou lá um arco, além de um monte de armas e flechas - Se segure - Ela não podia ver o rosto do príncipe do inferno, mas sabia que ele estava sorrindo, e o cavalo negro avançou através do deserto, disparando e deixando para trás uma trilha de fogo, ele caminhava leve sobre a poeira sem afundar em nada, em uma velocidade incrível - Vamos lá... Desespero - Ele chamou o cavalo em quanto avançava. O horizonte de soldados no entanto não se afastou como deveria, eles também montaram em cavalos feitos de areia, e avançaram. Três deles conseguiam adquirir uma velocidade que nenhum dos outros conseguia, e eles levavam chicotes e cercaram Crowley - Vamos garota, acabe com eles - A corrida havia começado.




Thomas


- Filho! - A voz chamou de dentro da pequena casa simplória, Thomas entrou com um movimento automático do corpo, atravessou a porta e encontrou sua mãe e seu pai, sentados em uma mesa retângular de madeira, a comida estava sobre a mesa - Venha, tem que comer antes de ir encontrar Maes - O sentimento de familiaridade atingiu Thomas como um soco no estômago, e sentia-se feliz ali, feliz como nunca esteve. Sentou-se e começou a comer, como a mãe mandara, a ansiedade que encontrou em si era absurda, mas ele sentiu, cortando como uma faca a estranheza e viu a mão brilhar, quando reparou estava encarando um anel preso a seu indicador, como aquilo teria ido parar ali? era familiar, mas ainda sim, não sabia o que era. Então brilhou, e ele se lembrou. As memórias voltaram como uma onda engolindo sua mente, e quando ergueu os olhos para olhar para sua mãe por um último instante não estava mais lá. O anel havia despertado ele dos sentimentos forçados, inseridos nele.

A sala onde estava agora era de um formato octogonál, composta por tijolos negros e bem sólidos e firmes, o teto tinha uma pintura à óleo que representava a criação de adão, deus e o homem. - Thomas, você está escutando o que eu disse? - Perguntou Maes repentinamente, repreendendo-o por estar disperso. Sim, ele estava lá, e parecia exatamente como quando havia o visto pela última vez. Glorioso. Os cabelos longos e castanhos do general caiam por cima de seu uniforme azul antigo e batido. Thomas se lembrava daquele dia. Não estavam à sós ali, na sala encontravam-se todos os capitães e tenentes, Joker estava ali sentado a seu lado, fazendo rodar uma carta entre seus dedos em quanto jogava um olhar a Thomas - Capitão? está bem? - Ele perguntou - Tem estado doente? - Riu. Olhando em volta também viu Blake próximo ao vitral dos Guardiões, que servia também de janela. Não só aqueles que agora eram seu grupo estavam ali, mas dezenas de guardiões que já haviam partido há muito tempo, alguns que foram encontrados destroçados por patrulhas, outros que se perderam e nunca mais voltaram, mas todos eles antigos companheiros de Thomas, ali.

- Thomas? Falei com você - Chamou novamente Maes - Você está bem? se precisar tomar um ar e voltar depois, pode ir - Ele disse gentilmente, mas tentando manter a postura de general, coisa que praticamente não conseguia fazer com Thomas depois de tanto tempo de amizade.




Joker, Blake



Joker avançou com as cartas rodando à sua volta, cortando o vento e elas começaram a se soltar à sua frente formando degraus, ele precisou de uma leveza absurda para se manter em cima delas, além da magia que se libertava de seu corpo para mantê-las no ar segurando o peso, mas ele conseguiu. E era simplesmente impressionante como ele subia no ar, mas por mais que o fizesse levou um tempo considerável, afinal, o gigante era grande demais e alcançá-lo precisou de mais tempo do que achou que levaria, quando se aproximou dos olhos da criatura ele percebeu o quão monstruoso era aquele ser, e os quatro braços ao mesmo tempo se dirigiram para alcançar Joker, cercando-o.

Alcançar a criatura uma vez que ela se focou no tenente não foi difícil para Blake, mas ele não encontrou tempo para executar seu plano. A disparada que deu na direção do demônio foi veloz, ele sentiu o ar quebrando-se contra ele conforme ele corria, a foice rasgava tudo à sua frente, quando se aproximou suficientemente do ferimento o rasgo na perna do gigante reagiu sozinho e o cristal amarelado saiu de lá para atacar Blake, mas aquele metal não era nem de longe adversário para o aço da foice, que o quebrou em milhares de pedaços diferentes, gosma e cristais voaram pelo ar conforme eram destruídos pela foice, a ferida reagiu mais uma vez e agora muito mais rápida que antes, preparando-se para impalar Blake quando ele saltou, estaria morto em um único ataque mas antes que o objeto o alcançasse-o ela parou. E Blake viu que Joker havia sucedido, um dos quatro olhos dele haviam sido acertados.

O tenente se esquivou dos quatro braços, uma tarefa que havia se tornado fácil uma vez que o demônio parou para agonizar pela perca de um dos olhos, o demônio gigante se apoiou em um dos joelhos, se abaixando suficiente para que Joker estivesse agora em queda livre acima dele, e ele aterrisou com a leveza de uma pluma sobre o crânio abaixado da criatura. Em quanto isso, lá em baixo, Blake cravou a foice na perna do demônio e num momento de insanidade pura deixou o plano de lado para simplesmente rasgar a criatura em quanto corria pela perna dela, numa velocidade e força brutal, ele correu o corpo da criatura em quanto rasgava pele e carne, e tudo que teve que fazer quando alcançou a altura da cabeça do demônio foi saltar e alcançou as costas dele e consequentemente encontrou-se com o outro guardião lá em cima.




Asgard

Asgard provavelmente já tinha conhecimento daquilo, mas acabou não prestando muita atenção a uma verdade latente: demônios mentem e anjos também. Não sabia exatamente onde Belphegor se encaixava. Talvez um pouco dos dois, mas isso não importava. Ainda estava olhando para seu clone na dimensão que Loki criara, quando tudo parecer ser absorvido por uma forte onda de energia, semelhante a um buraco negro, sugando toda a existência ao redor. Se Asgard pudesse ter presenciado, teria conseguido ver Belphegor ativando a esfera sozinho e simplesmente desaparecendo dali.

O torpor no vórtice foi violento e por algum tempo – que Asgard não conseguiu definir – ele pairou no que parecia ser o nada. De olhos abertos ele não via um palmo ao seu redor e tudo era escuridão. Não podia nem ao menos se ver e só tinha noção de que estava ali e que estava vivo pela consciência de sua própria existência. Da mesma forma não conseguia sentir a presença de Loki. Parecia que seu mundo interior tinha ficado em completo silêncio. Coisa que não durou muito tempo. Ao longe, um pequeno filete de luz resvalou, atraindo a atenção do guardião, que contra sua vontade começou a ser levemente atraído para aquela direção.

Notou que seus pés não tocavam algo físico. Não tocavam nada. Ele simplesmente levitava em algum plano desconhecido. Aos poucos, porém, aquela luz ia aumentando e sua atração sobre seu corpo também. Quando enfim chegou próximo o suficiente, o impulso atrativo fora tamanho, que Asgard fora lançado com violência para dentro de um segundo vórtice, mas esse era completamente diferente.

Ao todo, compreende-se a existência de três dimensões: comprimento, altura e largura. Os guardiões sabiam disso. Os ensinamentos e transcritos datavam de milênios atrás e ensinavam isso por séculos e séculos, sobrevivendo até aquele momento. Contudo, Asgard, naquele momento, descobriu uma quarta dimensão: o tempo. De alguma forma, ele viajava a uma velocidade incrível através de vórtice cheio de lembranças, linhas, configurações que ele nunca tinha visto na sua vida e que talvez nunca fosse ver. As “paredes” do “túnel” eram repletas de traços temporais. Podia ver tudo e sentia semelhanças fortes com cada centelha a que era exposto.

Como uma alma etérea, podia entrar em certos momentos. Viu a si mesmo ainda criança, andando pela casa, observando cuidadosamente um vaso. A criança o pegou na mão, analisou. Quieta e resoluta. E então tentou colocar o vaso de volta no local, mas ele acabou escorregando. Num súbito movimento, Asgard tentou segurar o vaso, mas não conseguiu, apenas esbarrando, fazendo-o espatifar em outra direção. Lembrou-se então que naquele dia não compreendeu como o vaso mudou de direção na hora de cair. Seria ele, que fizera isso em outro plano?

Passou em outra memória. Existiam duas pessoas que ele não conseguia saber quem era, mas dentro de si sabia que tinha algo haver consigo. Pareciam estar numa sala de aula. Uniformes azuis e um dos garotos desenhava distraidamente no caderno. Asgard o remetia a si, mesmo que ele fosse totalmente diferente. Subitamente alguém tirou o caderno de sua mão. Era um jovem alto, risonho e moreno. Nunca o tinha visto, mas algo dizia que aquele era Thomas, o capitão. Como poderia? Aquilo ocorreu de verdade? Sentia que de alguma forma SABIA da existência de todas aquelas coisas, mas era como não pudesse SENTÍ-LAS.

Cogitando sobre tudo aquilo, sentiu um aperto e formigamento no seu braço esquerdo, A manopla. Parecia indicar que lhe restava pouco tempo. Notou também a espada que havia fincando em Belphegor se criando em sua mão. Se continuasse a se perder em lembranças na dimensão temporal, certamente ficaria preso ali pra sempre: e essa não era uma opção.




Alice

Alice sentiu o poder do leão cair sobre si, mas ainda sim a mente estava focada demais na missão que seu pai dera a ela para que tivesse distrações, sentiu a energia de Crowley na ponte alguns segundos antes de desaparecer violentamente, mas o pai era um príncipe do inferno. Nada o deteria tão facilmente. Os olhos se dirigiram ao gigante demôníaco que destruia o centro da Atalaia, e aparentemente lutava com dois dos guardiões. Era uma boa oportuindade, mas que seria melhor aproveitada com a ajuda de Belphegor, eles teriam de segurar mephisto por mais um tempo. Alice viu o leão dourado começar a caminhar na sua direção mas ela abriu as asas e planou por cima dele, ele não agiu em quanto ela o sobrevoava, quando começou a se aproximar do chão tomou impulso e correu pelas ruas, Alsdram a dirigiu um olhar frio, e Alice sentiu o arrepio passar por seu corpo.

O caminho à frente estava destruído mas a agilidade de Alice permitia que ela o atravessasse com muito mais facilidade, saltou por cima de escombros, correu por paredes e passou por corpos, tanto de demônios quanto de humanos. As ruas eram pintadas de branco e vermelho, neve e sangue mas felizmente não encontrou nenhum inimigo ali.

Quando chegou à ponte que havia atravessado para adentrar a Atalaia viu seu exército se reunindo novamente, a batalha por ali havia acabado e o que sobrou de suas tropas eram soldados de valor médio, no horizonte um de seus gigantes de magma se aproximava, maior que a Atalaia e abaixo dele mais uma centena de soldados, a vitoria contra as tropas de Mah'A estavam garantidas naquele lado. Mas Belphegor não estava por ali. Os olhos de Alice se dirigiram à uma destorção no ar, era como se a realidade se quebrasse ali, um túnel de vidro se formava no ar e algo o atravessava, veloz. Alice sentiu a energia do guardião passando por si conforme o ser avançava no túnel que o acompanhava pelo ar, conforme ele corria o vidro se formava em volta de si através de milhares de pedaços octogonais, cada um refletia uma imagem diferente, mas nenhuma realmente interessante. Ele terminava dentro de uma torre da Atalaia e começava atrás de uma pedra, e em alguns segundos o vidro se quebrou e sumiu no ar como fruto de mágica, e Belphegor se levantou, vindo de trás da tal pedra.

- Princesa - Ele gritou, chamando-a pelo nome que havia sido conferido a ela depois que Crowley havia finalmente anunciado sua rebelião " Agora sou rei " Dissera ele e portanto, Alice era uma princesa. Belphegor levantou uma das mãos, acenando como uma criança distante, ele estava aparentemente intacto, o anjo abriu suas asas que naquele momento não pareceram brilhar tanto quanto deveriam e sobrevoou o campo de neve vindo na direção dela, e pousou leve como uma pluma sobre a neve - Lamento não tê-la acompanhado, tive um pequeno problema - Ele abriu o sorriso que sempre carregava no maldito rosto, mas apesar disso Alice notou que as forças do anjo ainda não haviam se restaurado completamente e ele havia estado ferido - Nossas tropas sucederam, qual as ordens? -




Spark

- SENHOR! ELES ESTÃO INDO EMBORA! OS DEMÔNIOS ! - Gritou um dos guardas, e um outro começou a gritar também - A PONTE CAIU! THOMAS CAIU ! A GAROTA DE CABELOS ROXOS E UM ANJO! EU JURO SENHOR! UM ANJO ! - As vozes dos guardas lá fora começaram a se somar e passou a se tornar difícil distinguir o que cada uma delas dizia depois de um tempo - SENHOR COMANDANTE! O CAPITÃO THOMAS ESTÁ MORTO! - Berrou uma voz por cima de todas as outras vindas da muralha.

Spark tremeu em quanto segurava as adagas, não de medo mas sim da pura adrenalina, o coração batia mais rápido que o normal com tantas informações para serem assímiladas. Anjos, Príncipes do inferno, Myra e Thomas. - Eu sou Alastor, um dos generais de Crowley o rei do inferno... - Ele cuspiu sangue - eu nunca abrirei a boca para um demônio que se alia aos humanos... Patético ... como você - A voz do aparentemente comandante satânico falhava, mas ele se esforçava do mesmo jeito. Mas a voz de Alastor não falhou quando ele começou a berrar, os tímpanos de Spark reagiram ao som que naquele momento era música para os ouvidos sensíveis dele, os gritos de agonia de um demônio. Spark certamente nunca vira nada conseguir berrar tão alto como aquilo conseguia, tinha a altura do som de um canhão disparando.

Caso Spark se desse ao trabalho de olhar pela janela em algum momento, veria o resto da ponte fumegante, e apenas isso do que havia restado, Thomas havia cumprido sua missão e nenhum, absolutamente nenhum demônio havia atravessado para a Atalaia, todos eles se encontravam do outro lado do abismo, desnorteados e esperando algum tipo de resposta. Caso olhasse na direção da muralha/portão a/o qual estava comandando, veria os demônios de Myra se afastando gradativamente e indo na direção do demônio gigante de quatro braços, que lutava contra Joker e Blake.




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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Asgard em Sab Abr 02, 2016 12:16 am

Estava pronto para começar uma batalha em minha consciência atras de mais poder, mas voltando a ter a noção na realidade, Belphegor simplesmente ja havia sumido e me deixado sem resposta alguma, transformando a situação em um ato forçado de fazer algo que ele queria, e provavelmente o ajudei a até continuar trabalhando com nosso inimigo para alcançar seus objetivos aos quais só ele sabia. Entretanto, somente isso que podia ter: minha percepção.

Vaguei involuntariamente por áreas incomuns e de impossível acesso há nos mortais, considerando ser o tempo e o espaço ou somente a resolução do que sabíamos o que era dimensão. Flutuando sem um real plano, vaguei das vastas terras à escuridão total, da escuridão ao plano de imagens e visões presas em um túnel, das quais parecia sentir ser todas vidas minhas, de outros tempos, outros lugares, até mesmo meu próprio passado, cena da infância ao qual nem lembrava mais. Era muita coisa a ver e se pensar, mas ainda sim era puxado para a realidade ao qual conhecia, tanto que a manopla presa em meu braço quase inexistente, apertava como uma forma de aviso. Logo soube o que era.

Privando minha mente de cair na tentação de continuar a ver tais dimensões, apertei meus dedos formando punhos, seguros e tensos a ponto de fazer a mão sangrar, quando senti um cabo de espada só fez aumentar minha percepção de que realmente deveria sair logo dali. Não sabia como, mas continuei para onde realmente deveria ir, da forma mais rápida que imaginava ser até onde seria o fim daquele túnel.

Enquanto voava a toda velocidade entre as dimensões, os pensamentos que antes eram duvidas, viraram certeza, fazendo com que tudo o que havia pensado sobre nosso mundo, não ter a menor importância, a não ser que eu realmente queira que tenha. Aquilo poderia ser uma distorção de minha mente, fazendo ficar maluco? Talvez, mas nada mais estava interferindo tais pensamentos.

"O que realmente somos?" Pergunta como essa que começaram a assombrar fortemente minha mente, trazendo a ignorância de qualquer outra importância da qual já tive antes dessa experiencia.


(mundo Irreal)

Como minha mente chegou a ponto de ficar completamente vazia, talvez tenha ignorado Loki por algum tempo e no momento em que recobrava, já havia acontecido muita coisa. Loki provavelmente podia ver tudo o que pensei.

- Precisamos conversar. - Dizia olhando diretamente a Loki - O quanto de você me pertence agora? - Talvez ele não entendesse, mas no geral, ele acabou virando minha segunda personalidade e queria saber o quanto de poder ele me fornecia e o quanto eu iria absorver desse poder e até mesmo de sua alma.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Aehoo em Qua Abr 06, 2016 10:25 pm

Em meio a dor que sentiu naquele momento, Thomas colocou para fora um grito que não fora escutado. Sentia o corpo queimar de uma forma abissal e sabia que não tinha mais volta. Contudo, seu grito também era de alívio. Um grito de dever cumprido que há muito vinha preso em sua garganta. Aos poucos sua consciência sumia e desvanecia. Aquele então era o poder de um Profeta. Thomas nem ao menos chegou a presenciar ou abusar de tamanho poder divino. Não tinha sido digno segundo os planos de Deus e teve de aceitar isso da melhor forma que podia. Aos poucos, tudo que ele lembrava foi esquecido. Tudo que ele via, sentia ou ouvia não existia mais. Thomas não existia mais. Sua existência era apenas uma mera dispersão de partículas no vento gelado que percorria a Atalia.

Thomas tinha morrido.

Abriu os olhos com o chamado da mãe. Tinha uma mesa e seu pai, junto a sua mãe estavam sentados nela. Thomas ficou paralisado. Onde estava? Aquilo era sua consciência ou a realidade? Estava no paraíso...? Será que o paraíso realmente existia? E mesmo sem responder essas perguntas, não conseguia evitar a felicidade que sentia naquele momento e, cegamente, seguiu para mesa, sentando-se ao lado de seus pais. Mal se lembrava de seus traços. Parecia que tinha passado muito tempo longe dos dois, mas naquele momento era reconfortante sentir seus toques e ouvir suas vozes. Estendeu a mão para pegar um pouco da comida, quando notou o anel em seu dedo e então tudo veio a tona. Sentiu como se uma faca invisível rasgasse o sentido da realidade e lhe mostrasse que aquilo não era real.

Não era real.

Maes o chamava. Thomas piscou. O que acontecia? Lembrava-se daquela reuniu. Maes estava ali e aquilo lhe era estranho e reconfortável ao mesmo tempo. Joker e Blake também se mostravam presentes. Sentiu um aperto no coração e sentiu os olhos marejarem. Teriam falhado? Também teriam sucumbido? Sua mente era um vórtice infinito de perguntas e incompreensões naquele momento. Não se permitiu deixa a lágrima cair, entretanto. Limpou os olhos com as costas da mão e fez uma continência para Maes, para logo em seguida responder sua pergunta. – Estou bem, General. Estou apenas... Confuso. – Aproximou-se dos outros com um cumprimento e sentou-se afastado, pensativo. Não entendia o que acontecia ali, mas por enquanto faria o que sempre fez: analisar.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Frist em Sex Abr 08, 2016 8:59 pm



Me sentia bem, liberto e sem peso algum para carregar nos ombros. Podia agir da maneira que fosse, parecia até mesmo uma tarefa bem simples, fatiar e escalar aquele demônio imenso e obeso, até não haver mais o que cortar naquele movimento. Tinha certeza que minha foice se deliciava muito mais do que eu ao poder beber aquele sangue, já eu, queria apenas satisfazê-la mais e mais, agora subindo em pleno ar de encontro com o outro homem que lutava, uma nova oportunidade surgia de fazer isso mais cedo. Com a mesma expressão encarava ele, talvez fosse bom cortar ele ao meio também, mas não era algo proveitoso no momento, pois tinha um alvo maior e já sendo preparado como prato principal - Oe... Pensa rápido!!! - Disse para ele enquanto me virava em pleno ar, projetando as pernas flexionadas para cima - Vou te chutar um pouco! HAHA - E ao me aproximar é o que eu fiz, esperaria meu membro encostar nele, e me aproximar ao ponto que conseguisse flexionar a perna o máximo que conseguisse, seria uma questão de milésimos de segundo, mas com aquele furor, com todo aquele poder, tinha plena confiança de que seria possível, se ele aguentaria ou não, isso não era problema meu.

Naquele instante crítico, naquele mísero segundo quebrado, empurraria de uma vez e com toda força o homem, como se fosse o próprio chão, para aproveitar o momento e disparar contra a direção do chão, com aquele monstro no caminho. Ali eu agitaria a devoradora no ar, sim "Devoradora" é um nome bem digno da arma que eu farei se banquetear cada vez mais com o sangue e carne, em danças cada vez mais majestosas e violentas, esse embate era apenas a dança de abertura para minha mais nova amiga. A rodaria no ar de maneira a voltar o fio agora para baixo e brandindo contra o enorme inimigo, mirando agora sua cabeça, enquanto golpeava para cravá-la o mais fundo que ela pudesse chegar naquele crânio eu rugia de furor - YAHAAAAA!- a sensação que subia pelo cabo da foice, eu podia senti-la ricochetear pelos meus braços e isso me estimulava a forçar cada vez mais. Uma vez o acertasse novamente, pousaria sobre a enorme cabeça, tomaria força novamente flexionando os membros e agora saltaria usando como apoio ele mesmo, na horizontal para longe novamente, fazendo mais um corte aquele monstro, não iria parar, até que ele parasse de poder se mover.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Gregar em Sex Abr 08, 2016 11:10 pm


Ace Number

Do you even know what magic means?





Cada passo me revelava com mais certeza, a besta era colossal. Cada passada que dava sobre o ar solido abaixo das cartas, fazia com que sentisse como se estivesse escalando uma escada de degraus infinitos, com o constante risco de escorregar ou perder o equilíbrio, caindo diretamente para perdição abaixo de nós, mas não caia. Não com uma missão como aquelas bem a minha frente. A fera erguia seus braços a minha frente, mas nem por um instante recuava, continuava em um mesmo caminho, saltando e saltando mais acima, tinha de chegar ao centro do objetivo de uma única maneira.

Voava direto como uma seta passando a frente dos braços da monstruosidade e aterrissando no exato ponto em que desejava. A fera perdia agora o primeiro de seus olhos e gritava em dor. Um urro tão desumano quanto a própria forma daquela maldição viva, fazendo com que sentisse cada osso de meu corpo vibrando com a proximidade do som. Inferno, por um instante sentia que meus tímpanos fossem ceder, mas em outro estava dando voltar acima da cabeça do ser girando sobre o próprio corpo e aterrissando no topo de sua cabeça. A fera estava ao chão, acima dela estava minha figura e estava Blake. Instantes atrás mal poderia imaginar uma cena como essa, mas agora estava sobre a fera reinando juntamente de outro caçador, um que admitia parecer-se muito mais como outro demônio. Uma figura que vinha ensandecido em minha direção enquanto bradava palavras, quase sem sentindo.

- Melhor fazer bom proveito disso.

Teria a calma na voz enquanto com um gesto com as mãos invocava as cartas em um leque chapado a minha frente, uma plataforma para ser usada por Blake. Não deixaria que meu rosto fosse a parede que ele usava para seu plano insano, por isso as cartas estavam lá. Essas mesmas cartas esperariam até que em tomasse seu impulso, então as mandaria em seu encalço. O cobriria como uma bola de ferro, mantendo todas as cartas próximas para juntamente da foice do guardião, retalhar a criatura. Faria dela uma bola de laminas ao redor daquele homem, que serviria apenas para aumentar os danos causados pela criatura, enquanto eu próprio agiria pela outra ponta. Saltaria para as costas da criatura, e usaria mais cartas e minha própria lamina que cravaria nas costas da criatura, rasgando e descendo enquanto me equilibraria pelo fio da espada.


Post: 004 ~ Rename: -X- ~ Location: Atalaia

Notes: -X-  

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Asmodeus em Sab Abr 09, 2016 3:09 am

Só o sorriso daquele anjo já era o suficiente para irritar Alice, ela não conseguia lidar muito bem com a personalidade irritante de Belphegor.

- Princesa - Ele gritou, chamando-a pelo nome que havia sido conferido a ela depois que Crowley havia finalmente anunciado sua rebelião " Agora sou rei " Dissera ele e portanto, Alice era uma princesa. Belphegor levantou uma das mãos, acenando como uma criança distante, ele estava aparentemente intacto, o anjo abriu suas asas que naquele momento não pareceram brilhar tanto quanto deveriam e sobrevoou o campo de neve vindo na direção dela, e pousou leve como uma pluma sobre a neve - Lamento não tê-la acompanhado, tive um pequeno problema - Ele abriu o sorriso que sempre carregava no maldito rosto, mas apesar disso Alice notou que as forças do anjo ainda não haviam se restaurado completamente e ele havia estado ferido - Nossas tropas sucederam, qual as ordens? -

Não tinha tempo parar brigar com ele, havia uma missão a ser cumprida e caso demorasse muito a vida de Crowley podia correr perigo.

- Consigo ver que não está no seu melhor estado, seu sorriso idiota não está tão idiota quanto o de costume. – A garota virou-se para trás e apontou para a direção onde Mephisto estava. – Parece que de alguma forma Mephisto se fundiu com algum demônio menor e acabou virando uma fera gigante, meu pai ordenou que eu lhe levasse até ele e matasse Mephisto. Então você irá comigo matar aquele ser deplorável e depois iremos de encontro a meu pai.

Só não se pôs a correr em disparada pois sabia que Belphegor provavelmente tinha uma de suas inveções loucas para leva-los até seu objetivo com mais rapidez... Ele sempre tinha algo escondido sob suas mangas.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Phyress em Sab Abr 09, 2016 11:56 am


Castiel observou sua luz consumir todos os que estavam ali. Era uma pena que Thomas havia sido um preço a pagar, mas valia a pena e ele próprio pareceu se dispor a isso. Pensou no destino que a alma do profeta teria e sentiu um pouco de pena que ele teve que acabar assim e daquele modo.

Mas parecia que sua missão não havia acabado. Sentiu a energia de Mah’A se afastando e mergulhando dentro do abismo. O olhar imediatamente se estreitou em desgosto e Castiel bateu suas asas e desceu... Escutou o urro, era Mah’A? Bem, esperava que sim, já que ele havia sido atingido em cheio por sua energia.

Sentiu a energia da esfera em sua mãos e agitar e apenas naquele instante se lembrou do que Aemy deveria estar fazendo. Bem... Thomas estava morto, não havia mais para quem entregar o objeto. O anjo se sentiu um pouco... Curioso com aquele botão. Mas aquilo teria que esperar.

Castiel pisou no solo e imediatamente criou uma esfera de luz para iluminar o ambiente. Rastrear Mah’A não era algo tão difícil, não só pela sua aura repugnante, mas pelo cheiro nojento que ele parecia exalar. E logo o encontrou novamente, asqueroso.

-... – apenas o encarou diante daquelas palavras, a expressão séria, mas os lábios levemente curvados para baixo para demonstrar o desprezo que sentia – Achou mesmo que a energia repugnante de vocês nos eliminaria? Vocês se superestimam.

E mesmo diante do que seria a investida de Mah’A, Castiel não demonstrou medo. Ele deixou que sua própria energia fluísse através do corpo de Aemy, formando uma espécie de camada de energia ali para diminuir a intensidade de possíveis danos. Assim como o anjo, ele também se ergueu no ar enquanto juntava mais energia em sua mão, iluminando aquele local com sua luz.

Tentaria esquivar do golpe de Mah’A e depois lançar sua energia nele. Mas, caso a energia que ele lançasse parecesse rápida demais e potente (o que dificultaria uma esquiva), lançaria sua própria energia contra a dele. Ele estava enfraquecido de qualquer modo e aquela energia podre não venceria sua energia divina. Lutaria de modo mais agressivo, tentando flanquear Mah’A a cada movimento que ele fizesse errado, disparando sua energia para que ele não conseguisse espaço para se mover.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Myra em Dom Abr 10, 2016 6:34 pm

Abri os olhos e logo sentiu uma dor tremenda, o que foi tudo aquilo que aconteceu? O que aconteceu com o capitão? Não sabia mais de nada e não entendia muito bem o que estava acontecendo consigo mesma, ao invés de morrer havia sido teleportada para um deserto? Será que o raio que Aemy usará na verdade era algum tipo de portal? Mas entendeu tudo quando viu Crowley chegar, aquilo com certeza era trabalho do maldito príncipe do inferno. Sua aparência estava um tanto quanto ameaçadora e mórbida, mas eu tinha manter as aparências, para não demonstrar insegurança na frente do inimigo.

Crowley parecia delirante, movia seus corpo como se estivessem falando para uma plateia, dramaticamente afirmava que estariam juntos, na tal Sarab, por muito tempo. Fez brotar um par de asas esqueléticas de suas costas de um modo dramático, oque fazia Myra se sentir mais confortável, seria um dos príncipes do inferno um louco com poder? Tão dramático quanto o brotar das asas, fora o surgimento de sua montaria, talvez Crowley tivesse a tentando impressionar, mas a garota não iria mostrar nenhum tipo de admiração por alguém que estava fadada a derrotar em algum momento futuro.  Não teve opção além de subir no cavalo infernal, pós um exercito furioso parecia estar correndo em direção deles, antes mesmo que Crowley pudesse falar algo sobre o arco Myra o pegou e começou a atirar firmemente contra aqueles que a seguiam, mas o príncipe do inferno não havia percebido e deus as instruções que já tinham sido cumpridas.

- Sabe, não se deixe enganar, posso parecer uma garotinha indefesa, mas fui treinada para matar gente do seu tipo, e confesso que faço isso com o maior prazer.

O cavalo começou a correr em disparada depois que seu mestre o chamou pelo nome, Myra continuaria a atirar para abater aqueles que a seguiam, sempre firme e destemida.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por A Morte em Dom Abr 10, 2016 11:28 pm

Spark

Quando Spark terminou estava banhado em sangue de demônio, e Alastor não havia feito nada a não ser gritar o suficiente para a Atalaia toda escutar, ele morreu sem entregar nada a não ser xingamentos e ofensas. No mínimo decepcionante. Alastor virou apenas poeira negra quando ele terminou o trabalho, mas uma coisa não retornou ao inferno com ele: Um colar de pedra vermelha, assim que olhou para o objeto Spark teve uma visão panorâmica da Atalaia, algo como um olho observando a cidadela de cima e teve ideia de todos os acontecimentos que se passariam a seguir, e inclusive conseguiu ver pontos de energia brilhante que reconheceu como os companheiros, mas não havia realmente qualquer sinal de Thomas, ou de Myra.

Despertou do transe com o som de alguém batendo a porta da torre, e sem esperar resposta um soldado a abriu lentamente, com a lança em mãos e a armadura no corpo - Sen... Senhor? - Ele viu Spark banhando em sangue - Está bem, senhor? - Ele perguntou, meio recuado e com a lança em mãos para caso ele ainda estivesse violento - As tropas demôníacas estão se reunindo à leste da atalaia, estão deixando o fronte para ir para lá. Thomas desapareceu em uma explosão junto com a ponte, e alguns soldados juram que viram algo brilhante descer até o fundo do abismo... Esperamos por você - E Spark viu atrás dele todo um batalhão, cansado mas pronto para a batalha. Os demônios de Myra haviam se afastado na direção do gigante.




Alice

Belphegor parou de sorrir por um instante único e se esticou, as asas cinzentas se guardaram nas costas e ele andou até a ponte quebrada que levava a Atalaia, pôs as mãos no chão e um pedaço de madeira começou a se sobrepor outro, uma ponte se pôs a projetar para a Atalaia e o exército de demônios começou a se juntar e entrar em uma espécie de formação desorganizada, eram totalmente irregulares em relação de tamanho e isso fazia com que parecessem mais desorganizados ainda - Dê as ordens, princesa - Ele se afastou e pegou uma moeda de prata do bolso e girou-a entre os dedos, assim que ela decidiu o que fazer Belphegor a lançou para o alto, e os dois comandantes sumiram.




Thomas

Sentou-se e o mundo continuou, por mais que soubesse que nada daquilo era real... Parecia realmente real, tudo estava acontencendo ali na sua frente mais uma vez, diante de seus olhos, o sentimento constante de dèjávu passava por ele. Até as ações mais mínimas se repetiam com uma exatidão enorme. Alguém falou algo engraçado em algum canto e toda a sala riu, Thomas lembrava-se de ter achado engraçado também na época, mas agora parecia idiota. E de repente tudo começou a tornar-se lento e lento, as pessoas na sala começaram a se sentir incomodadas com algo, alguns mais visivelmente que outros e vez ou outra trocavam um olhar com Thomas, podia jurar que viu alguém o encarando.

E aí sentiu uma pontada nas costas, o capitão sabia reconhecer uma lâmina atrás de si - Não se vire. Eles estão estranhando uma mudança de comportamento em você, estão conectados com você. Eles são você. Ainda não podem me ver mais assim que você se alarmar, eles todos virão não só pra cima de mim, mas pra cima de você também ... Meu nome é Aladiah, sou enviado de Argo. Agora, lentamente saia da sala antes que eles venham atrás de ti, quando alcançar o corredor, corra. Eu seguro eles e te encontro na próxima imagem.

A tensão era grande, cada um dos guardiões ali naquela sala tinha um posto consideravelmente elevado, ou eram tenentes ou capitães, e ainda tinha Maes e todos eles estavam cada vez mais estranhos, alguns tossiam, outros encaravam o pequeno capitão e outros eram mais sutis e apenas tentavam se arrumar, como se sentissem calor. Mas todos, sem exceção eram visivelmente... Estranhos.




Aemy

- Você não achará isso quando eu acabar com você - Ele balbuciou no ar e disparou. Castiel era rápido como uma flecha e se pôs a movimentar, mas ele sabia que não era capaz de se esquivar suficientemente rápido e teve que fazer a única coisa que teria tempo para: Disparar contra o ataque de Mah'A, por um momento quase foi consumido quando as duas rajadas de energia se colidiram e todo o abismo se acendeu em luzes, sombras clareadas e coloridas que se estendiam pelas paredes e pelo chão, tudo foi iluminado de uma só vez.

Castiel teve que por as duas mãos a frente para imprimir a rajada de energia contra ele, mas Mah'A resistiu bem, até se retirar da disputa fazendo uma investida para o lado, ele planou o ar por um segundo e tomou rumo partindo para cima de Castiel com força e velocidade, batendo as enormes asas atrás de si como se partisse para a caçada, finalizar uma presa. Um dos braços musculosos estendeu-se para acertar o anjo com um soco, direto e rápido.




Blake, Joker e Alice

Quando a foice encaixou no crânio do monstro e Blake puxou, pareceu não responder. A lâmina tinha sido enfiada tão profundamente que ele precisou de mais força e esforço para sair dali, e perdeu tempo. Tempo suficiente para que o demônio gigante levasse dois de seus quatro braços até Blake o agarrasse em quanto ainda no ar, no meio tempo que isso acontecia Joker descia as costas da criatura cortando-a, e os outros dois braços tentaram alcançá-lo mas mais uma vez o tenente fora mais ágil, saltando e aterrisando leve como um gato em quanto os dedos do ser procuravam esmagá-lo.

Blake viu a cabeça do gigante se abrir monstruosamente, separando-se em duas no meio, exatamente onde havia feito o corte o sangue choveu sobre ele como uma tempestade, encharcando-o no líquido carmesim. - Você... É um maldito... HUMANO! - Gritou o guarda de Aegon, o homem a quem pertencia a foice originalmente. O crânio e a carne que revestiam o gigante haviam se aberto como uma flor para os lados e tudo o que havia restado no lugar da cabeça era um amontoado de carne sangrenta de onde saiam duas pessoas, uma virada para cada lado. Blake via a face do servo com quem Aegon havia se fundido, e Joker via a face de Aegon - PONHA-SE EM SEU LUGAR! - Ele berrou com toda a força de seus pulmões, que já não eram os de um gigante mas sim seus próprios, e Blake sentiu os braços metálicos serem pressionados contra seu peito, iria ser esmagado se não fizesse algo.

Joker teve um milésimo de descanso. Tinha pousado em uma torre de tijolos com o topo no formato da ponta de um losango, uma das únicas construções que havia se mantido de pé, e ele estava no topo, quando notou que a cabeça do gigante havia se desfeito tomou um susto, pois Aegon estava lá em cima, mostrando-se - É surpreendente como vocês não desistem - Ele comentou e ergueu uma mão própria e envelhecida - Vou te libertar desse fardo da vida - E dos dedos de Aegon uma espécie de energia amarelada, semelhante ao cristal que envolvia as feridas do gigante se projetou de sua mão na direção de Joker em uma velocidade absurda, a magia se manifestou tão branda e grandiosa como uma onda pronta para engolir um barco, Joker teria sido consumido pela onde energética.

- Hah... bem... a tempo - O garoto loiro que surgira atrás do tenente, do nada, erguia sua mão brilhante como um sol na direção do ataque de Aegon, paralisado centimetros antes de encostar na pele de Joker - É HORA DE BOTAR PRA FODER! - Ele criou uma centena de feixes de luz atrás de si e um atrás do outro partiram na direção de Aegon como flechas penetrando entre o amarelos que havia sido solidificado no ar, apesar disso, nenhuma delas realmente chegou ao encontro de Mephisto/Aegon - O que fazemos com esses aqui, vossa graça? - Perguntou Belphegor levantando Joker pelo manto de alma, e pondo ele em pé. Ao mover a cabeça para trás Joker viu uma segunda figura se aproximando, uma mulher com a pele branca como o marfim, carregando traços leves e rosados, com curvas por todo seu corpo e tão magra quanto devia ser, com seios fartos e vestes nobres, nobres demais para a guerra, mas Joker nunca havia visto olhos tão vermelhos e absurdos como aqueles que ela carregava, eram como duas bestas se movimentando em um mar de calmaria, um ponto negro envolvido em um mar de sangue se remexendo infinitamente, engolindo almas e vida. E Joker se viu perdido naquele mar de sangue bruto, quando conseguiu desviar o olho foi para ver Aegon e sua fúria carregada, pronta para a batalha mas que daquela vez, esperava um ataque antes de atacar.

Clica aqui pra ver um mapa doq tá contecendo, sou um artista.



Asgard

Quando Asgard caiu para fora do portal ele rolou por um chão de pedra, por cima de poeira e por cima de um tapete antigo e vermelho, e se pôs de pé. Lembrava-se bem do que havia visto no portal que fechou-se atrás de si como um túnel no ar, e a manopla de sua mão começou a desaparecer, deixando ali apenas a garra negra de trevas que tinha antes, a espada no entanto, continuou em sua mão - Renda-se, demônio! - Gritou alguém, quando Asgard levantou a cabeça para ver ele se surpreendeu. Christine ( Clica! ) apoiou a lâmina da espada na sua nuca, e abriu um sorriso quando o reconheceu, afastando a espada ela pulou no guardião com um abraço, como se Asgard tivesse morrido e voltado.

- Vejo que se conhecem - Sarah, a filha do general Maes estava ali também, com as mãos ocupadas em algum tipo de Canhão ( CLICA! ) sobre rodas, amarrado por algumas cordas. A garota o arrastou até um buraco na porta, mirando na direção de algo - O gigante demôniaco - Ela disse baixinho como se ajudasse ela a se concentrar - Tá na mira - Então Sarah se afastou e correu para outro canhão idêntico ao primeiro e o levou a mais uma janela posicionada estratégicamente, mirou e carregou, e repetiu o processo algumas vezes.

Christine o soltou depois de um tempo pressionando o abraço no guardião - Como veio parar aqui? digo, algum tipo de portal? - Ela perguntou, e naquele momento, parecia estar totalmente recuperada. - Christine! - Gritou Sarah, chamando-a para o trabalho - Indo! - Ela se pôs em movimento. A sala em que estava era pequena e circular, rodeada por uma dezena de janelas para canhões e fora a munição a única outra coisa que tinha por ali eram as escadas para cima e para baixo.

- Asgard - Sarah parou por um momento de fazer o que estava fazendo e se moveu na direção dele - É seu nome não ? um dos companheiros do pequeno capitão - Ela respirou fundo como se descarregasse toda a tensão que tinha sobre si, ela estava suando por mais frio que estivesse ali em cima - Essas munições são especiais, desenhei símbolos sagrados em cada uma delas, símbolos que o meu pai me ensinou. E eu estou prestes a disparar na direção daquele gigante maldito - Ela apontou por uma das pequenas janelas, e se Asgard fosse ver ele notaria a criatura absurda que destruia tudo a seu redor - E seus companheiros estão lá, lutando contra ele, a chance de serem atingidos é alta - Ela esperou alguma reação dele, Christine estava quieta no fundo da sala.




Myra

Myra havia entrado num círculo vicioso de encaixar, puxar e soltar quando pegou no arco, de cima de um cavalo em uma velocidade absurda e com aquela ventania que mais parecia uma tempestade seria algo absurdo mirar e acertar, mas Myra era treinada para isso, para fazer o impossível. E as flechas voavam contra os soldados de areia e os desfazia assim que atravessava-os. Encaixar, puxar, soltar. Encaixar, puxar e soltar, encaixar puxar e soltar. Quando os braços de Myra ferveram em dor e ficaram vermelhos de tanto repetir a ação já tinham percorrido o longo caminho por pelo menos vinte minutos, e ainda sim o exército pareceu não se afastar deles, era pura insanidade, mas uma insanidade que havia mantido eles vivos até aquele momento.

- Lá está! - O divertimento na voz de Crowley era visível, quando Myra se virou para ver ela notou a cidade a frente deles, posicionada no meio das areias, metade dela havia sido afundada mas ainda sim era incrível, ela reluzia conforme o sol banhava os telhados e construções.


Crowley subiu uma colina de areia e sem qualquer aviso Desespero saltou e o vento quente voou entre os cabelos e vestes de Myra enquanto o cavalo estava no ar, a aterrisagem foi suave nos primeiros instantes. Haviam pulado por cima das muralhas e pousado exatamente nas vielas da cidade, o cavalo negro correu por entre muros e casas de arquitetura nunca vista antes por Myra, as pegadas do animal deixavam rastros de fogo para trás, saltou alguns obstáculos riscando o ar com as chamas e antes que pudessem respirar já estavam em perseguição de novo.

Os dois atravessavam o pátio principal da cidade enquanto atrás deles dois cavaleiros avançavam. encaixar, puxar, atirar e sumiram. Crowley entrou em um beco tão estreito que as paredes foram de encontro com as pernas de myra, raspando nelas suavemente, mas sem ferí-la - Outro cruzamento de vielas a frente, é só alcançarmos o palác... - A onda de areia os levou, Desespero desapareceu sendo consumido e Myra e Crowley foram lançados rua-a frente, restando opção nenhuma a não ser correr. Mas os becos da cidade eram estreitos demais para que os dois corresem ao mesmo tempo e o beco a frente era sem qualquer saída. Ou quase nenhuma. Talvez Myra conseguisse subir a parede e pular por cima do muro. - Criança! - Quando Myra se virou viu Crowley sendo puxado violentamente pelo pé e quando caiu, a areia agarrou-se nele para sugá-lo para dentro de si e por um momento ela pareceu parar de avançar para completar o ato de sugá-lo - MYRA! - Ele gritou tentando se agarrar no piso do chão - NÃO ME DEIXE AQUI, SHAWCROSS! -

Clica aqui pra ver um desenho lindo doqq tá acontecendo, sou um artista.

__AOD__
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Asmodeus em Qui Abr 14, 2016 7:38 pm

O peito de Alice queimava, a ansiedade de partir para a batalha era tamanha que mal podia se conter.

- Dê as ordens, princesa -

Ela olhou para Belphegor com uma expressão de decepção, tanto tempo trabalhando juntos e ela ainda não havia entendido como as coisas funcionam.

- Nós vamos chegar lá, você vai tacar seus brilhinhos de anjo e eu vou cortar umas cabeças. Vamos ser rápidos, nos livrar desse lixo e então nos encontrar com meu pai.

Então o anjo jogou uma moeda para o auto sem nem mesmo responder, e simplesmente se transportaram para uma torre logo afrente de Mephisto que aparentemente estava decaptado? Belphegor rapidamente parou a magia do ser decadente, dando-a assim alguns momentos para analisar a situação. A “princesa” olhou para o meio-humano que estava todo esfarrapado na mesma plataforma que eles, o encarou por uns instantes e não conseguiu ver nada de especial. Viu também que havia outro meio humano que estava sendo um tanto quanto esmagado por dois dos braços da criatura, ao ver aquela cena a menina começou a gargalhar, achava graça de tudo aquilo e da dificuldade que estavam tendo uns com os outros.

- O que fazemos com esses aqui, vossa graça?

- Não faremos nada, salvar a vida desta criatura maldita já foi o suficiente. – Disse ela olhando para o homem que Belphegor segurava. – Os deixaremos viver, já que fizeram uma parte considerável de meu trabalho para mim.

E então a filha de Crowley e correu para tomar impulso, pulou se jogando contra a magia paralisada de Mephisto e usou a força do impacto para cortar a mesma com sua espada. Ao pousar na cabeça aberta, ela simplesmente decaptaria Mephisto com um balançar de sua espada e então voltaria até Belphegor para que fossem a procura de Crowley.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Aehoo em Sex Abr 15, 2016 9:03 am

Sabia que não era real. Ele tinha essa noção, mas não conseguia compreender o motivo daquilo estar acontecendo consigo. Era aquilo que acontecia depois que a alma abandonava o mundo terreno? Olhou então para o seu anel. Porque estava com ele? Provavelmente porque ele tinha alguma coisa haver com o estado em que se encontrava, o que mostrava que Darwishi ainda desconhecia muitas coisas sobre os poderes dar armas que carregava.

As cenas que se seguiam no ambiente eram as mesmas de anos atrás. Os mesmos gestos, os mesmos sorrisos, tudo. Podia lembrar de si mesmo rindo da piada que fora contada, mas agora aquilo tinha perdido a graça. E talvez o fato de Thomas não estar correspondendo em relação à memória como deveria, fez surgir naquele pequeno grupo de homens uma estranheza incomum. Passado um tempo, alguns lhe encaravam, tossiam, se agoniavam. Parecia que sua presença ali não era mais bem-vinda, parecia que viam nele algum perigo em potencial e Thomas realmente sentia que se fizesse ou falasse alguma coisa errada, aquilo não iria terminar bem.

Foi então que sentiu a ponta da lâmina nas suas costas. Seu impulso fora revidar de alguma forma, mas acabou se suavizando por conta do que a misteriosa pessoa atrás de si falou. De qualquer forma, as pessoas da memória certamente notaram aquela mudança brusca de sentimentos e de humor. Os incômodos ficaram mais evidentes, as caras começavam a se tornar de desgosto e os tiques de todos simplesmente aumentavam. Thomas esperou mais alguns poucos segundos e então se levantou. – Com sua licença, General Maes. Preciso de um pouco de ar. – E sem esperar confirmação, seguiu para a porta e ao fechá-la, começou a andar.

Aos poucos seus passos se tornaram mais rápidos até o momento em que Thomas se encontrou correndo. E aquilo lhe deixava com raiva. Não era um homem que corria de seus inimigos. Contudo, se quisesse saber o que estava acontecendo, tinha de se manter “vivo”, onde quer que estivesse.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Phyress em Sex Abr 15, 2016 11:09 am

E então as duas rajadas de energia se colidiram, gerando uma luz forte por todo o local. Talvez aquilo surpreendesse humanos ou demônios mais baixos, mas para Castiel e Mah’A aquilo era quase como uma disputa de braço. Mesmo ferido, o demônio se demonstrava resistente e forçou Castiel a pôr as duas mãos para frente para conseguir manter a resistência de seu golpe.

Mas o demônio desistiu daquela disputa e saltou para o lado para investir contra o anjo pessoalmente. Castiel se virou rapidamente para o lado por onde Mah’A o atacaria e a mão se estendeu no ar enquanto seu corpo girava, fazendo com uma fina camada de luz se estendesse com o movimento formando uma espécie de espada de luz em suas mãos.

- ... – o anjo nada disse, mas seu olhar confiante se focava no demônio e ele fez um movimento lateral com sua espada para colidir com o punho que vinha em sua direção para repelir o ataque e, com sorte, cortar a mão do desgraçado.

Castiel lutaria com seu orgulho durante aquele combate. Queria ver aquela criatura ser extinguida daquele mundo sem misericórdia. O anjo investiria com sua espada e, caso notasse que Mah’A o atingiria, usaria a energia que havia acumulado ao redor de seu corpo como um escudo, a expelindo para impedir que fosse atingido.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Asgard em Sex Abr 15, 2016 11:06 pm

O tunel temporal havia me mostrado muita coisa, aumentado meu conhecimento e transformado meus pensamentos de formas interessantes a ponto de me fazer querer cogitar achando que tudo o que pensasse estivesse certo, mesmo enquanto estivesse agindo, atos aceitáveis ou não. Além de me mostrar muita coisa, acabou me deixando com uma leve deficiência de percepção, o tempo parecia não existir, não passar, algo como estar sempre na sala onde Loki reside. Olhando para as mãos, agachado e com sensação de ainda não ter voltado, fui me erguendo aos poucos sem perceber o que realmente acontecia a meu redor. A manopla sumira e comecei a sentir as garras como mais parte de mim do que o normal, talvez até mais que minha própria mão.

- Ola Christine - A abraçava de volta, aguentando seu peso, mas sem a mesma quantidade de afeto que a mesma transmitia, ainda mais que estava naquele estado de estranheza com o ambiente, talvez ela percebesse logo de cara, mas estava tentando esconder isso de qualquer um, até de mim. Sarah não parecia uma surpresa para mim, parecia que aquilo estava se repetindo, talvez eu tenha visto algum deslumbre desse momento em que as encontro e os possíveis atos que faria, mas me mantive só como um observador.

- Bem... tive uma pequena ajuda... Eu acho - Respondendo a sua pergunta ainda com uma cara e até mesmo a voz de estar aéreo, mesmo conseguindo me concentrar em tudo o que estava acontecendo. Comecei a passear pela sala, observando cada janela que cada canhão comportava, para entender o que estava acontecendo em todos os lugares, antecipando brevemente o que Sarah diria. Talvez antecipando tudo o que Sarah diria, pois só de observar aquele gigantesco demônio pairando sobre o local, atacando sei lá o que ao seu redor, claro que seria eles. - Acho que não deveria se preocupar muito com eles - Estava começando a voltar como era antes. - Eles sabem dos riscos e eu preciso pensar melhor no que fazer - Mas já tinha algumas decisões feitas na cabeça, só precisava observar mais e testar algumas outras. - Atire no demônio, tente acerta o menos possível em meus companheiros, mas ainda sim sera de grande ajuda. - Me dirigia até as escadas para subir. - Tente desestabiliza-lo, sera mais fácil procurar uma fraqueza com ele no chão. - Seguindo os degraus e subindo o mais rápido que podia.

Precisava saber o que havia na torre toda, o que poderia ser feito também para aumentar o poder de fogo sem que tivesse que me arremessar lá, até mesmo, como poderia proteger aquela torre de possíveis ataques. Mas antes... Loki.
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

Mensagem por Gregar em Dom Abr 17, 2016 12:37 am


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Maldição! Faltava tão pouco! Estávamos tão perto de derrubar aquela criatura antes que ela aprisionasse Blake! Sua foice parecia se enroscar em algo enquanto eu me afastava, se prendia em uma coisa que tinha como surreal. Um crânio que se partia ao meio e revelava duas formas nostálgicas. Um deles Aegon, outro seu guarda costas. Dois homens que havíamos falhado em matar anteriormente e que agora causavam todo o estrago pela cidade. Vivos eles estavam. Debochando e gritando suas ofensas enquanto preparavam-se para continuar seus malditos planos, eu próprio era atacado pela surpresa daquele momento. Estático perante a rajada energética que era atirada contra mim. Seria ao menos o fim se aquela figura não aparecesse.

Duas figuras. Claramente incompatíveis estavam naquele exato local. Uma era o jovem loiro que já conhecia, uma figura angelical e de língua estranhamente solta para aqueles de sua raça, já a outra...Era bela. Não poderia desmentir sua aparência ou forma, terrivelmente linda e capaz de fazer um arrepio percorrer minha espinha. Pelos céus, o que era aquela maldita criatura? Um demônio de certo, mas seus olhos? Eram estranhos até para os padrões que conhecia vindos dos monstros e criaturas diabólicas que já havia encontrado. Algo completamente surreal. Estranho demais para que conseguisse encarar por muito tempo sem temer por...algo. Desviava o olhar. Aegon estava parado ainda. Estávamos no campo de batalha. Interromperia a mulher naquele instante, não me preocuparia em nenhum momento com o que ela poderia dizer. A criatura ainda estava de pé a nossa frente.

Flexionaria as pernas enquanto em mãos deixava o poder da carta de repulsão ser criada. Uma serviria contra o solo, outra contra eu próprio. Saltaria e me atiraria para cima impulsionando-me ainda mais com a força que conseguia ao redor da carta girando e me movendo para cima como um foguete. Então parando e virando o corpo diretamente contra Aegon e seu comparsa. Havia visto um deles agir como se movesse a criatura, seria seguro dizer que se ambos tombasse teria Blake liberto e o colosso morto. Não haveria tempo para pensar em grandes estratégias, apenas pequenos truques. Estratagemas que se assemelhariam a mágica que tanto amava.

Do alto invocava as cartas ao meu redor. As usava como capsula para me tornar uma bala que era atirada diretamente contra o topo da cabeça da criatura. Como que se caísse diretamente contra Aegon, com a espada em riste acima do rosto enquanto descia. Uma ponta vermelha e única que atravessaria a carne daquele homem. Atiraria-me contando com as cartas para me empurrar para longe da gosma, girando e fugindo de qualquer conflito que pudesse ter contra mim, ou em ultimo caso as usando como barreiras, a primeira etapa do plano era apenas chegar ao topo da cabeça da criatura. Um local que admitia não permanecer por muito tempo. Um único golpe era do que precisaria, giraria e brandiria a espada cortando guarda ou Aegon igualmente, uma distração que serviria apenas por tempo o bastante para as cartas caírem suavemente contra toda extensão da cabeça da criatura. Então daria as costas e mergulharia em sincronia com uma ação já pensada e ocultado. Em meio as carta que deixaria cair, estariam escondidas as formas do Mago. Explosões de chamas que juntas causariam a combustão perfeita para aquela área formada por sangue e morte. Precisaria apenas disso. Um único golpe antes de saltar novamente para baixo, com todas as cartas a meu dispor para enfim aterrissar sobre a morte da criatura.



Post: 005 ~ Rename: -X- ~ Location: Atalaia

Notes: -X-  

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars
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Re: Out of The Darkness, Into the Fire [ FINALIZADA ]

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