Krayvhuz, All Time

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Krayvhuz, All Time

Mensagem por Bluesday em Ter Jan 20, 2015 2:57 am

Nome: Krayvhuz Pendragon
Idade: 28
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Moedas: 100
Posição: Comandante Supremo da Ordem da Vida e da Ciência dos Guardiões de Atalaia.


Aparência:


Krayvhuz é um sujeito alto, medindo 1,93 e pesando não mais que 72kg. Aparenta ter a mente fora do lugar e de ser de pouca confiança. No entanto és carismático ao seu modo. Pele clara e cabelos negros emaranhados, digno de quem não se importa muito com a opinião dos outros. Homem de poucos pelos, porém ostenta um leve cavanhaque mal feito. Não faz o estereótipo fortão ou com cada músculo em seus lugares, pelo contrario, é apenas magrelo, com uma saliência de gordura na barriga. Krayvhuz foge completamente do vestuário normal de sua época, estando sempre com seu Jaleco, que muitas vezes é confundido com algum tipo de capa. Ele por ter tido vislumbres em sua mente, enxergou algo que lhe agradou e ele próprio confeccionou seu traje que acredita ser uma inspiração divina.

Mas suas características mais marcantes, são suas expressões que vão de um sujeito completamente sério e centrado, a um doido varrido, que gosta de rir muito e exaltar sua alegria de diversas formas. Em outras palavras, ele é sujeito estranho.


Personalidade:


Esquizofrenico. Isso resumo Krayvhuz. De fato um sujeito loucão das ideias, faltando-lhe alguns parafusos ou todos. Costuma ter vários delírios, sendo a causa da qual ele acredita ser um ser enviado por Deus, e o grande motivo por sua fé e devoção ser tão grande. Possui uma confusão mental perturbadora, pois o cientista tem pensamentos e discursos bizarros, elaborando frases sem qualquer sentido ou invenção de palavras. Seu comportamento com frequência altera sem aviso prévio, sofrendo grande ansiedade excessiva, impulsos ou até mesmo agressividade.

Acredita fielmente que o tempo, é o senhor da razão. Entretanto o destrambelhado odeio perder tempo, sendo neurótico com isso, buscando de todas as formas possíveis e estratégicas para fazer tudo de forma ágil e sem perda de tempo, seja uma ação mais simples ou complexa.

Apesar de ser completamente perturbado, Krayvhuz ainda sim é um homem de bom coração, esse que guarda uma magoa de sua esposa que fora raptada pelos demônios. Mas sua confiança inabalável de que as coisas vão dar certo no seu devido tempo, o impede de ficar desmotivado, afinal ele tem a certeza de que irá te-la em seus braços novamente. Sim, pois ele é extremamente virtuoso quanto a isso. Ninguém jamais viu ele em baixo astral ou pensando negativamente, pelo contrário, esta sempre buscando realizar o impossível. E isso as vezes tende a iniciar situações bem inusitadas ou fazendo as pessoas o acharem um chato, o que de fato ele é as vezes.


História:


Putz, eu nasci da união de dois pobres coitados. Eram simples aldeões que por sorte tinha sua própria terra e criavam porcos e gato. Mas cara, os malditos diabinhos vinham roubar nossos porquinhos. Mas isso até eu ficar mais velho, porque quando eu estava la pelos meus oito ou dez anos, eu fiz uma puta mistura que até o próprio Lúcifer fugiria. Preservei tudo em um frasco e taquei nos malditos. Foi uma loucura, e olha que de loucura eu entendo. Os diabinhos foram acertados pelo frasco, que se partiu no mesmo instante. O Líquido composto de sabe Deus lá o que, começou a corroer os ladrões de porcos.

Muahaha! Aquilo foi divertido. Foi a primeira vez que ri tanto e comecei a ter gosto pela ciência. Não imaginava que o mundo tivesse tanta coisa interessante a oferecer. Pensei naquele dia que o tempo era muito precioso, pois o mundo estava um caos. Era sempre batalhas aqui e ali. Ir para uma cidade era algo difícil. E como era. Ladrões retardados vinha querer roubar ovelhas da carroça do meu velho, que por ser estupido e fracote, além de ser um covarde, corria de medo, deixando toda lã que seria vendida. Porra cara, eu fiquei muito irritado aquele dia e não quis nem saber. Fui dar o que os desgraçados mereciam. Mas kákáká!! Eu pulei no bandido e tomei um cascudo tão forte que fui de cara pro chão desacordado. Acordei em casa ainda com o rosto sujo de terra e com a expressão da minha mãe indignada. Pow, o que eu poderia fazer? Poderia estar já com meus onze anos, mas já sabia o valor dos nossos bens. E também porque estava cansado de ver nosso suor sendo roubado por terceiros. E foi com isso que comecei a praticar por mim mesmo o que eu chamava de Ciência da Dor.

Sim, um nome inspirador. O próprio Deus todo poderoso que nomeou para mim meu jeito de lutar. Ninguém mais tinha esse meu estilo HaHa! Morram de inveja. Eu o aprimorei conforme eu ia ficando mais velho. Me tornei mais ágil e meus estudos também começaram a ficar mais fáceis. Parecia que manter minha mente com uma boa atividade, acelerava tudo que eu realizava e queria fazer. Nossa, era esplendido ver os resultados das minhas curiosidades tomarem forma de modo tão rápida. Eu naquele momento estava aprendendo tudo sozinho e me orgulhava daquilo. Eu era tipo um gênio da roça. Pensa que coisa absurda? Muahaha.

Segui esse caminho por muitos anos. Descobrindo tudo por mim mesmo e desenvolvendo o impossível com a ajuda de Deus. Mas a vida não é só doces, as vezes ela fica temperada e muitas vezes exagera no tempero, ficando algo bem salgado. E isso aconteceu. Deus permitiu que um pouco de sal viesse a nossa família, deixando que uma doença perigosa tomasse conta de meu pai. Okay, ele era um homem com a mesma utilidade de estrume, mas ainda sim foi das bolas dele que eu pulei pra minha mãe. Eu estava co dezessete anos nessa época. Precisamos levar o meu velho pra cidade em busca de curandeiros. Peguei o cavalo menos bichado da fazenda e joguei o homem sobre o animal e cavalguei até a cidade mais próxima. Procurei pelo curandeiro, ou como eram chamados. Barbeiros. É cara, tempo difícil, aonde o cara que cura, é nomeado barbeiro. Eu particularmente nunca gostei desse nome. Mas enfim, era o que tinha.

Já na cidade encontrei o dito cujo. Ele tratou do paspalho do meu pai e bem... Ele ficou melhor após alguns dias. Nesse meio tempo de repouso do meu velho, eu fiquei observando o Barbeiro. Nossa, ele era excelente. Possuía um intelecto único e que me fazia querer aprender mais. Foi então que por um impulso de genialidade eu comentei algo que nem mais me lembro e ele se surpreendeu e me elogiou. Foi a primeira vez que recebi um elogio. Foi admirável e reconfortante aquela sensação. Pow, eu era um doido varrido... Quer dizer, ainda sou. Mas pensa até os loucos querem ter reconhecimento. Ahhh, aquilo foi a gota d'guá. Eu de modo bem sutil...

" Mentira, não foi nada sutil Krayvhuz. "

Heey, a cabeça é minha, a mente também. Então deixa eu contar como foram as coisas do meu jeito. Ninguém precisa saber a verdade. Continuando... De um modo todo especial, eu fui e pedi permissão para ser um jovem aprendiz dele em curandaria?. Sim, eu apesar de tudo me interessava por algo que eu depois nomeei de medicina. Era triste ver as pessoas tão deprimidas ou morrendo. Eu por algum motivo queria ajudar o próximo. Talvez fosse minha missão. Então como havia falado, Deus permitiu tudo isso para que eu conhecesse esse homem que me aceitou como mais um aprendiz. E antes que me pergunte. Sim, eu era o segundo, pois o primeiro era sua filha. Que meu Deus do céu, como ela era tão, tão, tão... MALUCA!! EU AMEI ELA NO PRIMEIRO DIA QUE A ENCONTREI. Mas eu já chego lá.

Meu tutor me aceito e antes das aulas começarem, eu retornei com meu pai pra nossas terras e o deixei lá. Me despedi da família e peguei minhas coisas, subi em meu burrinho e me mandei pra cidade novamente. Queria ir a cavalo, mas os velhotes precisavam dele pra trabalhar. Já o pobre burrinho era o animal mais ignorado do lugar, então pensei em dar uma chance pra ele. E olha valeu apena, que de pobre ele não tinha nada. Um burrinho forte e destemido, duvido encontrar outro igual.

Agora de volta a cidade, eu iniciei meus estudos. Passei anos estudando matemática, física, química, biologia e demais assuntos relacionados e Não relacionados a medicina. Eu de fato tinha o espírito de um cientista, eu queria aprender e saber tudo. O interesse me movia e eu seguia. Mas cara, a filha do meu tutor era uma garota muito escrota. Se eu era bom em algo, ela era mais que o triplo da minha perfeição. Como podia alguém ser assim? Acho que herdou os genes do pai dela. O bom foi que nós ficamos amigos e eu passava muito tempo junto dela. Eu aprendi muito com ela e por incrível que pareça, ela também aprendeu uma coisa ou outra comigo. Era até estranho aquela capacidade toda dela, parecia algo divino. Na verdade É!!

Certa vez eu passei um aperto no coração com ela uma vez. Fomos em pesquisa de novas ervas para ferimentos e putz. Ela escorregou em uma pedra, e caiu em um barranco, acertando a cabeça em uma pedra que havia ali. Eu sinceramente não consegui reagir naquele momento. Minha garota, que ainda não era minha e que eu tanto gostava, estava estatelada com um rombo na testa. Estava sangrando muito e logo a pulsação dela ia de fraca e inexistente. Nossa, eu desesperei. Comecei a ficar em lágrimas e tentei ergue-la em meus braços. Mas eu era fraco e logo cai na grama com ela. Eu não tinha equipamentos médicos, não tinha força pra leva-la. Não tinha TEMPO pra nada. Eu precisava de TEMPO pra alguma coisa. Eu fechei meus olhos e comecei a chorar. Foi a única vez que chorei na vida. Ao menos que eu lembro. A dor era gigantesca. Apenas a palavra Tempo passava na minha mente. Se eu pudesse voltar no passado. Se eu pudesse controlar o Tempo. Se EU fosse o Senhor do Tempo. Não. Se Deus me concedesse a graça do Tempo. Eu... Eu... Eu poderia...

E foi ai que senti um toque em meu ombro direito, juntamente de uma voz suave e doce que questionava o porque de eu estar chorando. Eu reconheci a voz. Era ela. Elidir. Eu abri os olhos e quando vi o local em que ela estava deitada. Puff! Não estava mais lá. Eu me virei e vi ela em pé. Fiquei assustado e chocado. Deus havia me concedido o tempo? Eu tinha controle sobre o tempo? Como assim? Não importava agora. Eu apenas me levantei apressado e me lancei contra ela, a beijando em seguida. Ela ficou estática por um tempo, até que ma abraçou de volta e devolveu o beijo. Daquele dia em diante nós não desgrudava um do outro literalmente. Passei também a me fortalecer. Não queria mais ver minha amada correndo perigo. Fiquei mais forte e passei a controlar essa habilidade única que Deus me concedeu e até mesmo criei um invento que chamo de Relógio, que marcam os ciclos do dia. E claro... Uma arma com os mesmo fundamentos do relógio, mas que na verdade é um chicote. Aprendi a usa-lo e mesclei com meu jeito de luta, que consiste em acertar os os oponentes em regiões vitais, tanto demônios, quanto humanos. Afinal estudei analisei os malditos demônios e descobri suas partes que mais sentiam dores com golpes abençoados. Yeh! Golpes abençoados.

Quando fizemos vinte dois anos, eu a pedi em casamento e ela aceitou. Tivemos uma grande festa e vivemos junto desde então. Depois de três anos juntos vivendo com verdadeiros médicos, ajudando os que precisavam, quem nós menos esperava bater em nossa porta, bateu. Eram os guardiões de Atalaia. Eles requisitavam nossos serviços em prol da humanidade. Como minha mulher e eu eramos  humanitários, não negamos o nosso dever e fomos. Ficamos por um ano trabalhando lá. Várias pesquisas sobre os demônios e demais coisas. Agora nosso envolvimento com certas coisas, eram grande. Após o primeiro ano, o nosso setor foi oficializado, como A Ordem da Vida e da Ciência dos Guardiões de Atalaia. Ela era a Comandante Suprema e eu o vice. Toda liderança da ordem era nossa. O número de pessoas cresceu drasticamente e logo se tornamos uma equipe. As coisas fluíram bem. Embora meus companheiros tiveram que se acostumar comigo, afinal né. Eu não sou tão fácil de lidar. Apenas minha mulher sabia como me controla Muahahaha!!

Pesquisa vai, pesquisa vem e logo descobrimos certas coisas interessantes e que fez nossos inimigos voltarem seus olhos para nós. Na calada da noite, enquanto eu dormia, minha mulher como sempre estava até altas horas lidando com seus experimentos. Recebemos um ataque inesperado de demônios e o resistimos bem. Mas o que não sabia, era que o foco do ataque era uma distração para raptarem Elidir. Porque raios levaram ela? Eles não costumavam fazer prisioneiros. Vierem buscar alguém como Elidir, era significado de alguma coisa perturbadora. Eu naquele dia não pude fazer nada. Mas não me abalei. Sabia que conseguiria recuperar minha doce mulher de volta. O único problema era que eu não sabia quando. Meus poderes com o Tempo não eram tão grandes para eu viajar a longas datas no futuro ou no passado. Isso seria demais. Mas enfim, conseguimos algumas pistas de onde possar estar Elidir. Eu que agora estou substituindo ela no posto de Comandante Supremo, terei que liderar uma investida em um local desconhecido, mas que nosso batedor sabe nós guiar. Que Deus esteja conosco!


Poder/Magia:

Nome: All Time God
Descrição: Em um momento de desespero, Deus concedeu a Krayvhuz o poder de manipular o tempo como bem entendesse. Embora ainda seu domínio não seja perfeito, o cientista maluco consegue usufruir de 5 segundos. Podendo voltar no tempo, congela-lo ou avançar.
Custo: 40 MP ou sacrificando parte de sua vida (10 de HP que equivale a 20 MP).

Itens:

Kit Médico Completo

Arma: Chicote Relógio
Descrição: Um chicote com temática Relógio de Bolso. Krayvhuz empunha a arma na região do próprio relógio e sua extensão que fere seus alvos, se da no que seria a cordinha do relógio de bolso. Entretanto a mesma é feita de aço maleável, sendo abençoada e purificada com água santa.

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Re: Krayvhuz, All Time

Mensagem por A Morte em Ter Jan 20, 2015 3:14 am

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